Diário de um divorciado louco

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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Esses são os sinais de um relacionamento feliz, segundo a Ciência

Esses são os sinais de um relacionamento feliz, segundo a Ciência


Você tem um relacionamento feliz? Embora essa seja uma pergunta pessoal, com variáveis mais pessoais ainda, a Ciência se aventurou no campo do amor para tentar chegar a uma fórmula que responde isso para os casais, de uma forma geral.

by A Redação

Para isso, testes no mundo inteiro foram realizados, a fim de pesquisar e levantar os pontos que distinguem as pessoas que vivem um relacionamento feliz daqueles que não dão certo ou já estão desgastados.

Claro que estar em uma relação feliz e realizada não significa uma vida de conto de fadas, nem que vocês precisam ser ricos, famosos, esculturalmente bonitos ou nunca brigarem. Para chegar à conclusão dos sinais que indicam um relacionamento feliz, os cientistas buscaram descobrir o que fazia as pessoas terem vontade de permanecerem juntas mesmo com as dificuldades do dia a dia, de se preocuparem com seus companheiros mesmo estando brigados e essas coisinhas que simbolizam o amor, sabe?

Na lista a seguir você confere um compilado de todos esses sinais encontrados pelos estudiosos, em diversas pesquisas sobre relacionamentos. Os pontos destacados, aliás, foram listados originalmente pelo site HuffPost Brasil, mas você poderá conferir todos eles logo abaixo.
Esses são os sinais de um relacionamento feliz:

1. Relacionamentos duradouros anteriores



Pode parecer estranho, mas, segundo a Ciência, ter um ex para se lembrar ajuda bastante a construir um relacionamento feliz. Isso funciona bem, especialmente quando a relação atual não está muito boa, já que ajuda na análise de erros e evita cometer os mesmos deslizes anteriores.

2. Match no Tinder




Outra coisa pouco provável, mas que a Ciência assinar embaixo, é o sucesso de casais que se conheceram no Tinder. Conforme estudos, essas pessoas costumam ser mais satisfeitas com seus relacionamentos em que o casal se conheceu de outra maneira.

3. Sem fotos irritantes de casal



Casais que postam quilos de fotos juntos, das formas mais bobas e melosas do mundo, segundo os cientistas, podem não ser tão felizes assim. Conforme estudos, isso demonstra insegurança e esse tipo de fotos também acabam gerando ansiedade e dependência de aprovação alheia.

4. Parceria de Netflix



Outro detalhe que pode parecer bobo, mas que a Ciência aponta como um sinal de relacionamento feliz é o hábito de assistirem filmes e séries juntos. De acordo com os especialistas, isso melhora a qualidade do tempo que os dois passam juntos.

5. Elogios sempre



Com o passar do tempo, algumas coisas, como o hábito de elogiar, acabam sumindo de um relacionamento. E isso pode ser bastante prejudicial.

Segundo a Ciência, palavras de gentileza, como agradecimentos e elogios são um dos segredos de relacionamentos saudáveis e duradouros.

6. Sexo uma vez por semana



Parece pouco, mas esse é o número de ouro da vida íntima dos casais felizes, sabia? Estudos mostraram que uma vez por semana já é suficiente para um casal maduro e que tem confiança um no outro.

7. Nada de filhos







Pode parecer cruel, mas estudos realizados no Reino Unido constataram que casais sem filhos têm mais tempo um para o outro e, por isso, acabam vivendo relacionamentos mais felizes e realizados. Esse também foi um ponto importante para homens e mulheres se sentirem valorizados por seus companheiros durante os testes.

E aí, fazendo a “somatória dos pontos”, vocês têm um relacionamento feliz? Claro que estar realizado ou não com o companheiro é algo bastante pessoal e sua relação pode ser feliz e destoar completamente do que falamos, por isso, não deixe de nos contar sobre sua opinião nos comentários.






E, falando saúde de relacionamentos, essa outra matéria pode ser também um bom termômetro de como anda seu namoro/rolo/casamento/combinado: Descubra o que a posição que o casal dorme revela sobre a relação.

Fonte: HuffPost Brasil, Hypeness

Zumbis emocionais à procura de relacionamento

Zumbis emocionais à procura de relacionamento

Relacionamentos saudáveis são inspiradores!

Babi Vanzella
Josh Calabrese

Acada dia aumenta minha admiração por casais fodas que são parceiros pra caralho na vida e ao mesmo tempo são dois seres humanos independentes, com consciência sobre si mesmos e que sabem viver um sem o outro, embora tenham escolhido uma vida a dois. Relacionamentos saudáveis são inspiradores! E qualquer um sente de longe quando está diante de um casal saudável: eles costumam exalar uma energia boa, contêm liberdade e deixam espaço para o ar circular. Não existe aquela dependência doentia e constante do outro. Eles sabem-se. Confiam. Vivem suas vidas juntos e também separados.

Na outra ponta, é cada vez mais “fora de moda” gente que não sabe nem quem é fora de um relacionamento. Que não sabe o que fazer consigo mesma se não for em função de outra pessoa. Que não sabe do que gosta e sai sonâmbula de um relacionamento em direção a outro como se aquilo fosse uma droga de que precisa para viver. Ou uma gincana. Gente que se sujeita. Estamos em 2017. Isso precisa significar alguma coisa, não?

E falo com conhecimento de causa. Já fui uma dessas pessoas que acreditava que a vida ia acabar sem o meu namorado, que achava que não havia vida sem namorado, aliás. Não via cores nas minhas coisas, as cores todas eram pintadas por outra pessoa. Eu precisava dessa pessoa para achar os dias bonitos, para ver graça nas músicas, para querer ir aos lugares, para levantar todo dia de manhã, para querer ser boa na faculdade (!), para ter algum motivo para esperar pelo final de semana. Eu não precisava de amigos, eu só precisava do meu namorado e dos amigos do meu namorado, que acreditava serem os meus.

É óbvio que uma história assim terminou sem final feliz. Dependências geralmente costumam terminar de formas tristes. O namoro acabou e junto eu morri. Morri mesmo, fui enterrada e passei uns três anos mortinha da Silva até a ressurreição.

Jamais achei que houvesse vida após a morte. Mas há. Havia. Houve. E quando eu finalmente senti os primeiros raios de sol batendo no rosto durante meu renascimento, decidi que, daí em diante, eu iria é cuidar da minha vida! Assim mesmo. Tive o click de perceber que terceirizar a minha felicidade e as minhas conquistas não era um bom plano. Tinha sido um fracasso. Era efêmero. Um grande castelo de areia sempre prestes a desmoronar. Eu queria bases sólidas. E, para isso, o primeiro passo era aprender a ser feliz sozinha.

A partir disso mergulhei de cabeça em mim mesma e precisei encarar de frente as minhas sombras. Negras e assustadoras, elas estavam todas ali, e não havia ninguém para ascender a luz. Ninguém para mascarar os meus conflitos e carências. Ninguém em quem despejar os meus detritos emocionais. Era eu comigo mesma, parceiro. Fiz terapia por muitos anos, estudei espiritismo por mais anos, estudei astrologia, dei palhinha no budismo, pratiquei meditação, reick, me (re)conectei com a natureza, aprendi sobre cosmos e energia e sincronicidade. Parei para descobrir do que eu gostava, quem eu era. Passei a ouvir o que eu sentia e aprendi a gostar da minha companhia. Não é que eu era sucesso?

Nesse caminho sofri preconceito, ouvi piadinha escrota de namorado machista de amiga submissa. Encarei festa de família, incompreensão, gente antiquada, ideias retrógradas, papinho-náuseas de que iria ficar para titia (que ano é hoje mesmo?). Tive paciência. Perdi a paciência. Me afastei de muitas pessoas e me aproximei de outras. Muitas vezes me senti sozinha. Muitas vezes precisei respirar fundo e lembrar que era comigo e não com os outros que eu precisava me importar. Era a mim que eu devia satisfação, e não a uma legião de pessoas anestesiadas, presas a relacionamentos de merda que tinham a impressionante cara de pau de apontar o dedo na minha direção. Como se a louca fosse eu. Foco: era eu que precisava estar bem. Eu tinha uma vida inteira pra aprender a colorir, afinal!

E assim fui aprendendo a lidar comigo mesma e com o mundo. Fui me tornando a metade da minha laranja. Fui entendendo que sou maravilhosa e aceitando que mereço só coisas e pessoas maravilhosas, portanto. Aprendi que posso tudo, sozinha ou acompanhada. Aprendi que coitado é quem aponta o dedo pra vida do outro sem antes limpar a sujeira que esconde embaixo do tapete de casa. Aprendi a não me importar com as opiniões e até mesmo a sentir compaixão, muitas vezes, por quem chega a mim com críticas que deixam transparecer o quão inconsciente a pessoa ainda é. Liguei o foda-se com muita categoria. Porque quando a gente está bem por dentro, bem com a gente mesmo, bem de verdade, a gente tá pouco se lixando para “o que os outros vão pensar” e abandona essa função de sair catando qualquer pessoa em aplicativo de relacionamento simplesmente para ter uma companhia para mostrar à sociedade (!?), para estar com alguém porque é isso que todo mundo faz. Simplesmente porque a gente está carente. A gente deixa de precisar de uma metade porque se descobre inteiro!

Isso não impede que chegue alguém por aqui e me faça querer abrir espaço no guarda-roupas. Apenas significa que, se isso acontecer, esse outro vai encontrar uma pessoa completa, que se ama e sabe viver muito bem sem um relacionamento, e não um zumbi em busca de migalhas emocionais de terceiros para suprir suas próprias dores de existência. E então seremos um casal foda!

Eis a grande diferença: relacionamentos não podem ser fuga para carência.A nossa carência quem deve curar é a gente mesmo! Ou não haverá cura, mas maquiagem. Pular de galho em galho nos faz perder um tempo precioso que poderia estar sendo investido na melhora e na evolução da gente mesmo, no nosso autoconhecimento. É triste não conseguir enxergar com os próprios olhos o tanto de cor que existe na vida.

Não sou modelo de nada nem dona de verdade alguma. Sou apenas uma garota comum que acha pessoas inteiras interessantíssimas — e que vê nas metades um baita desperdício de potencial.
Thanks to Redação TRENDR.
Fonte: https://trendr.com.br/zumbis-emocionais-a-procura-de-relacionamento-4911fae5c68f

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A forma que você enxerga o seu amado revela como você enfrenta os problemas no relacionamento amoroso

A forma que você enxerga o seu amado revela como você enfrenta os problemas no relacionamento amoroso

No início do relacionamento é comum o casal ser mais compreensivo e dedicado com a sua paixonite. Ficam mais atentos as qualidades do paquera e valorizam mais os esforços dele em ser carinhoso. Depois que o relacionamento fica mais “firme”, com o passar do tempo, alguns “relaxam” e se “esquecem” de notar e dar importância àquilo que o parceiro “faz de bom”. Deixam de elogiar e estimular o namorado ou esposa a continuar investir na relação.

Por Michelli - 09/06/2017
Resultado de imagem para A forma que você enxerga o seu amado

Aquilo que é “legal” no amado se torna comum, a dedicação dele se torna quase irrelevante, nada mais do que a “obrigação”. Dessa forma, o casal pode se desmotivar e se acomodar, perdendo a vontade de se empenhar ao relacionamento e prestar atenção as necessidades e interesses do companheiro.

Nessas situações é interessante refletir:


*Você consegue enxergar as qualidades do seu parceiro? Identifica os comportamentos e as atitudes positivas dele? Por exemplo, você repara as atividades domésticas que ele faz em casa; percebe a melhora dos comportamentos que você disse que não gostava; ou reconhece quando ele faz um agrado para você?

*Ou será que você costuma prestar mais atenção nos “defeitos” e naquilo que não é legal nele? Normalmente você fica reclamando e implicando com cada coisa que ele faz?

A forma como a pessoa pensa e enxerga o companheiro diz muito sobre como ela conduz os problemas e dificuldades do relacionamento. O pensamento deve ser um aliado do casal, ajudando a construir a aproximação e a confiança. Se os pensamentos forem: “não adianta, ele não vai mudar”, “ela não faz nada, tudo que ela quer é me atingir e me sacanear”, o casal será contaminado pela raiva e pela disputa, e não conseguirão ter uma boa comunicação, o que dificulta encontrarem e superarem os obstáculos da vida a dois.

É preciso exercitar o olhar positivo na relação (ainda mais quando a relação já tem um tempo mais longo de duração), lembrando de se interessar pelo companheiro, relembrando os bons momentos que tiveram juntos, buscando enxergar as qualidades e os motivos pelos quais cada um se apaixonou, entendendo a razão de ainda estarem namorando ou casados.

Ficar atento as pequenas atitudes positivas do parceiro ajuda a manter o casal unido, ajuda-os a se esforçarem pelo bem estar do casal. Assim, o amor poderá ser alimentado e renovado com o passar dos anos, tornando-se mais “fácil” e natural ambos elogiarem e valorizarem as qualidades de cada um, sustentando os pilares do amor para vencerem as dificuldades que poderão encontrar durante a vida amorosa.

Os pensamentos e o olhar devem ser a favor de unir o casal, e não afastar. Isso não quer dizer que eles ficarão cegos de amor. Eles devem estar conscientes daquilo que necessitam enfrentar e superar, mas poderão fazer isso de forma saudável e positiva se perceberem os pontos positivos do companheiro e da relação. Dessa forma, quando precisarem, eles buscarão as soluções e não os problemas.

O psicólogo pode auxiliar o casal ter uma relação mais saudável, refletindo sobre aquilo que é destrutivo e aquilo que é construtivo para o amor e união deles.

OBS: é preciso avaliar se realmente a relação é saudável ou se é destrutiva. Caso seja uma relação de ameaças, possessiva, agressiva e abusiva, a pessoa deve entender que a separação pode ser a melhor opção.

Fonte: http://www.tribunapr.com.br/blogs/diva-da-tribuna/forma-que-voce-enxerga-o-seu-amado-pode-revelar-como-voce-lida-com-os-problemas-do-relacionamento-amoroso/

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Para se recuperar do fim do relacionamento, mulher sai com 52 homens em 30 dias

Para se recuperar do fim do relacionamento, mulher sai com 52 homens em 30 dias

Uma australiana, de 44 anos, resolveu entrar no aplicativo Tinder para se recuperar do término do relacionamento no meio do ano passado. A meta de Sarah Mulvin era sair com pelo menos um homem diariamente no período de 30 dias.

17/05/2017
Foto: Divulgação/Channel 7

A australiana foi além da meta e conseguiu sair com 52 homens. A paquera tinha algumas regras, como não dormir na casa do parceiro, não se arrepender, não magoar ninguém, sair com caras jovens e não sair mais de uma vez com mesma pessoa.

A aventura de Sarah começava às 16h20. Os encontros continuavam no dia seguinte ou até mesmo no dia caso a paquera se concretizasse.

A australiana disse em entrevista ao programa “Today Tonight”, do Channel 7 que a aventura foi engraçado e que é necessário ter um espírito de diversão. A experiência de Sarah acabou virando um livro.

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/mundo/para-se-recuperar-do-fim-do-relacionamento-mulher-sai-com-52-homens-em-30-dias/

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Novo app de relacionamento quer que usuários vão mais devagar

Novo app de relacionamento quer que usuários vão mais devagar

Appetence não mostra fotos das pessoas para que elas deem 'match', mas seus interesses em comum

REDAÇÃO - O ESTADO DE S.PAULO-10/05/2017, 17:19

App pede para que os usuários elejam quais seus interesses para encontrar pessoas correspondentes Foto: Fotomontage/ Aplicativo Appetence

O novo aplicativo de relacionamentos, Appetence, nem uma proposta diferente dos outros - que está longe de ser ideal para quem procura alguém para curtir durante uma noite. O APP quer que os usuários vão mais devagar.

Para isso, quando estão em busca de alguém no aplicativo, as pessoas não encontram possíveis parceiros em fotos, mas pelos interesses em comum. Quem se cadastra no Appetence tem de dizer do que gosta, quais seus hobbies e interesses. Assim, o APP cruza os dados e mostra pessoas com gostos parecidos e, com base nessas informações, os usuários selecionam com quem querem conversar.

As fotos só são reveladas depois que os dois interessados se falam durante algum tempo. Para que se possa ver as imagens é preciso que, durante a conversa, os usuários curtam as mensagens um do outro pelo menos 50 vezes. Dessa forma, as pessoas terão de se falar muito.

Camilla Forsell, criadora do aplicativo, disse ao Mashable que hoje a sociedade promove relações com laços muito frágeis. "Relacionamentos rápidos deixam mulheres e homens cansados de não se sentirem especiais", opina.

Fonte: http://emais.estadao.com.br/noticias/comportamento,novo-app-de-relacionamento-quer-que-usuarios-vao-mais-devagar,70001772326

terça-feira, 9 de maio de 2017

Manter amizade com ex pode ser sinal de psicopatia, diz estudo

Manter amizade com ex pode ser sinal de psicopatia, diz estudo

O que você faz quando termina um relacionamento: exclui a pessoa completamente de sua vida (e das redes sociais também) ou simplesmente segue a vida e mantem amizade com ex sem grandes problemas? Se você fizer parte do segundo grupo, embora pareça bem civilizado de sua parte, fique sabendo que pode ser uma atitude preocupante.

by Renata Medeiroshá 20 horas

Segundo a Ciência, pessoas que mantém amizade com ex depois do fim do relacionamento costumam apresentar traços de psicopatia e de narcisismo. Tenso, não?



Amizade colorida


Ao que tudo indica, isso acontece na grande maioria das vezes porque a tal amizade com ex não se trata de uma relação desinteressada. Pelo menos durante o estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Oakland, nos Estados Unidos; as pessoas revelaram que a relação amigável era favorável devido às recaídas sexuais, a possíveis interesses financeiros, às oportunidades de vida que a relação proporcionava e por causa de afetos casuais.



Isso, claro, sem falar na familiaridade com a pessoa com quem elas mantinha uma relação, fator que deixava muito mais fácil manipular o outro em benefício próprio. Ou seja, tudo o que fazia a amizade com ex valer a pena era estrategicamente pensado para satisfazer o próprio ego, o que é comprovadamente um dos traços característicos da psicopata.

Amizade com ex, mas pra quê?





Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram o comportamento e as respostas de 861 voluntários. A intenção, obviamente, era descobrir as motivações que podem levar alguém a manter uma relação de amizade com ex. Para isso, além dos testes e questionários, foram levados em consideração também os motivos para que o relacionamento chegasse ao fim.

O que os pesquisadores observaram é que essas pessoas acabam escolhendo, estrategicamente, suas amizades e, de maneira geral, preferem sempre manter relações curtas. Outra constatação interessante foram os pontos descritos como justifica da amizade e que, na maior parte das vezes, apontam o ex ou a ex como uma pessoa confiável e o relacionamento que mantinham como “muito bom”.



E então, você acha que pode ser psicopata, mesmo que de leve? O que você pensa sobre continuar vendo e conversando com a pessoa com a qual mantinha uma relação amorosa? Não deixe de nos contar nos comentários.

E, falando em psicopatia, essa outra matéria pode ajudar (e muito) a acabar com suas dúvidas sobre o assunto: 4 características dos psicopatas que ajudam a reconhecê-los.

Fonte: Minha Vida


segunda-feira, 8 de maio de 2017

O que a sua maneira de dormir diz sobre o seu relacionamento, de acordo com a ciência

O que a sua maneira de dormir diz sobre o seu relacionamento, de acordo com a ciência


08/05/2017 - 09:49
Pesquisas psicológicas realizadas no Edinburgh International Science Festival, no Reino Unido, descobriram que alterações no relacionamento de um casal pode alternar as posições em que eles dormem.

É importante salientar que não é a posição em que ficam antes de ir dormir ou logo após adormeceram, e sim a que dormem a noite toda e acordam pela manhã.

Com base na pesquisa do Professor Richard Wiseman (Universidade de Hertfordshire) e no trabalho da psicóloga Corinne Sweet, trazemos informações sobre essas posições para que você entenda melhor o seu relacionamento.

Confira:

1. Posição “abraço de lua de mel”: é comum quando o casal acaba de começar um relacionamento ou passou algum tempo separado um do outro. Ela também é popular entre casais quando a vida familiar ainda é apaixonada e cheia de ternura e amor.

Post traz informações sobre o que a sua maneira de dormir diz sobre seu relacionamento, de acordo com a ciência.

2. Posição “Diálogo”: é bastante comum entre o casal que mantêm uma forte conexão, porém que ainda precisa passar mais tempo juntos e se comunicar mais frequentemente.

Foto: Brightside

3. Posição “Observando as estrelas”: nesta posição os parceiros dormem de costas. Geralmente, um está deitado de costas, enquanto o outro descansa a cabeça no ombro alheio. O casal possui grande química, no entanto, às vezes, um dos envolvidos se sente um pouco desconfortável sendo forçado a olhar o outro ponto de vista.

Foto: Brightside

4. Esta posição: é muito comum entre os casais que não têm medo de demonstrar seus sentimentos. Em geral, significa que o homem é mais mandão e dominador no relacionamento.

Foto: Brightside

5. Posição “Eu te amo”: as pessoas que ficam nesta posição geralmente são muito felizes e desfrutam de seus relacionamentos. Ela reflete o respeito mútuo do espaço pessoal. Ao tocarem as costas provam que é muito importante sentir a presença do cônjuge nas proximidades.

Foto: Brightside

6. Posição “Liberdade”: em geral, demonstra que um casal foi para a cama após de uma grande briga. Porém há outra explicação que diz que ambos provavelmente são independentes e egocêntricos, e que exigem muito espaço pessoal.

Foto: Brightside

7. Posição “Rei da cama”: pessoas que se espalham por toda a cama, em geral, sentem a necessidade de se afirmarem ao invés de mostrar seus sentimentos ao cônjuge. Seu comportamento nos relacionamentos é geralmente muito egoísta, e isso reflete em seus hábitos de sono.

Foto: Brightside

8. Esta posição: indica relações harmoniosas e apaixonadas, além de ser bastante popular nos primeiros anos de relacionamento. O parceiro por trás, em geral, desempenha um papel dominante na relação. O outro envolvido, por outro lado, gosta do sentimento de ser protegido.

Foto: Brightside

9. Esta posição: é uma das mais complexas com ao menos duas interpretações possíveis. Em geral, reflete uma relação sem paixão em que ao menos um dos envolvidos se sente assim. Uma segunda interpretação é que a pessoa que vira as costas está disposta a ter mais atenção.

Foto: Brightside

10. “Abraço de perna”: o casal prefere dormir sem muito contato, mas, casualmente, tocam os pés um dos outro. Em geral, estes amantes compartilham da harmonia da família e da confiança mútua, e dão liberdade um ao outro.

Foto: Brightside

Fonte: Brightside

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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Existem 4 tipos de casais no mundo, afirmam pesquisadores

Existem 4 tipos de casais no mundo, afirmam pesquisadores

A categoria em que você se enquadra pode indicar a durabilidade do seu relacionamento. Confira

Escrito por Redação-Redação Minha Vida-Em 4/5/2017


Se você já esteve em um relacionamento, sabe que não existe uma fórmula secreta para manter uma relação saudável, isso porque cada pessoa possui características diferentes. No entanto, segundo cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, é possível categorizar o comportamento de um casal em quatro categorias.

A pesquisa, publicada no Journal of Marriage and Family, analisou aproximadamente 400 casais durante nove meses para entender como eles se sentiam sobre a relação e como comunicavam-se com os seus parceiros.

De acordo com o autor principal do estudo, Dr. Brian G. Ogolsky, o objetivo da análise é ajudar os casais a saberem, desde o início, quais os pontos que precisam melhorar se pretendem ter um relacionamento estável.

Ao final do estudo, os pesquisadores chegaram a seguinte conclusão: existem quatro tipos de relacionamentos entre os casais. Você acha que se encaixa em alguns dos perfis abaixo? Veja:

1) Casais sempre conflito

É difícil entender como ainda estão juntos, já que separaram e voltaram inúmeras vezes. Esse tipo de relação é baseado no humor e vontade deles. No entanto, os conflitos podem aumentar a atração e paixão que sentem um pelo outro.

"Estes casais vivem em uma tensão entre o conflito que os empurra e atração apaixonada que os puxa para trás junto. Esse amor pode não ser sustentável a longo prazo - você enlouqueceria se tivesse 30 a 50 anos de paixão mental", comentou Brian Ogolsky.

2) Casais dramáticos

Esse tipo de casal tem o (péssimo) hábito de permitirem que fatores externos influenciem sua tomada de decisão ou na relação. Eles não fazem nada sozinho, pois isso pode gerar um conflito com o parceiro e causar muito drama.

"Eles têm muitos altos e baixos, e seu compromisso oscila descontroladamente. Eles tendem a tomar decisões com base em eventos negativos e a desencorajar os aspectos positivos do relacionamento", disse o pesquisador.

3) Casais sociáveis

Esses casais possuem um grande ciclo de amigos, e para eles uma noite perfeita deve ser compartilhada com a galera. No entanto, os casais sociáveis tendem a precisar muito dessas pessoas para tomar decisão, enfraquecendo o comunicação como parceiros.

"Ter amigos em comum aumenta o compromisso e estes casais costumam ser os mais felizes porque conseguem curtir a companhia um do outro e relaxar juntos cercados também por pessoas que ambos gostam. A longo prazo, a relação tem mais chances de durar", afirmou Brian.

Apesar de estarem melhor na escala de um relacionamento duradouro do que os dramáticos e os conflitantes, é preciso que esses casais passem a controlar seus propósitos, em vez de deixar na mão dos outros.

4) Casais companheiros

Nesse tipo de relacionamento, as pessoas costumam passar muito tempo juntas e dividem hobbies. Além disso, costumam sempre pensar no parceiro ao tomar uma decisão, já que ela pode afetar ambos. Eles valorizam intensamente o companheiro e estão dispostos a qualquer coisa para garantir que seu relacionamento funcione.

"Esses parceiros estão muito envolvidos uns com os outros, são dependentes uns dos outros, e usam o aprendizado do relacionamento para se comprometer em níveis mais profundos. No estudo, eles demonstraram ser os mais cuidadosos e conscientes sobre a maneira como abordam suas escolhas no relacionamento", finalizou o especialista.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/noticias/30949-existem-4-tipos-de-casais-no-mundo-afirmam-pesquisadores

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Preguiça de fazer amor? Entenda o que está esfriando seu relacionamento

Preguiça de fazer amor? Entenda o que está esfriando seu relacionamento

Não adianta se iludir, com o tempo, relacionamentos acabam caindo no costume e a frequência do sexo, como consequência, cai muito. Mas isso, claro, não significa que ter preguiça de fazer amor o tempo inteiro se trata de uma coisa normal

by Renata Medeiroshá 21 horas100 Views

De acordo com a especialistas, se isso é uma realidade em sua vida, é bom ficar atento. Isso porque, embora seja normal estar mais cansado ou menos disposto algumas vezes, ter preguiça de fazer amor sempre pode colocar seu relacionamento em risco.



A melhor coisa a se fazer, assim que se detecta esse tipo de problema na relação, é tentar entender porque o casal chegou a esse ponto. E, segundo a educadora sexual Cátia Damasceno, em entrevista ao iG, é difícil que a culpa seja apenas de uma das pessoas e que exista apenas um motivo por trás da falta de disposição.

Abaixo, aliás estão alguns dos fatores mais comuns envolvidos na preguiça de fazer amor da maioria dos casais. Claro que outros inúmeras pequenas causas podem estar envolvidas nisso, como o cansaço do dia a dia, o estresse da vida profissional e até mesmo da vida pessoal e até mesmo a baixa autoestima.



O certo é que, em todos os casos, é preciso identificar o problema e evitar que a relação se desgaste ao ponto de chegar ao fim só por causa desse aspecto. Por isso, descubra se as situações se aplicam a vocês.

Entenda o que está pode estar por trás da preguiça de fazer amor:

1. Rotina



Um dos principais fatores envolvidos na preguiça de fazer amor, com certeza, é a rotina na qual o casal acaba caindo depois de um tempo. Isso é comum devido ao cansaço e pela sensação de segurança que se adquire com o relacionamento, o que faz com que as pessoas acabem deixando de lado essa parte da vida que, teoricamente já está “garantida” e “não precisa mais ser conquistada”.

Mas não é bem assim. É preciso manter a intimidade entre o casal para que o relacionamento não esfrie e para deixar o dia a dia mais leve.

2. Falta de diálogo



Não adianta nada falar de problemas de casa, das crianças, da falta de dinheiro e de outros pepinos do dia a dia. Se o casal não fala da relação, não faz planos juntos e não se interessa em ouvir um ao outro, não há um verdadeiro diálogo ai. E isso pode ser um dos fatores que estão levando vocês a ter preguiça de fazer amor e de dedicar um tempo para vocês.

Junto com a rotina, essa fator pode levar ao próximo e que, em certos casos, costuma indicar a aproximação do fim do relacionamento. Portanto, se não está havendo interesse entre o casal, é preciso abrir o jogo e conversar verdadeiramente sobre isso.

3. Falta de desejo



Excesso de problemas, correria do dia a dia e o costume com a outra pessoa pode levar à perda do interesse. De acordo com especialistas, se você já não vê sentido na relação ou se sente que ela é só mais uma parte da sua vida, ou seja, que vocês só estão juntos pelo costume ou conveniência, o melhor é conversar a respeito e tentar entender até que ponto vai o desinteresse e se é possível reanimar o desejo.

E aí, identificou algum desses fatores em sua relação? Então trate de resolvê-lo! E, se você está na seca há algum tempo, é possível que essa outra matéria sirva de “empurrãozinho” para você tratar de resolver logo essa situação: O que acontece em seu corpo se você fica sem sexo por muito tempo?

Fonte: iG, Área de Mulher


terça-feira, 2 de maio de 2017

Sexóloga recomenda precaução nos aplicativos de paquera

Sexóloga recomenda precaução nos aplicativos de paquera

Que a internet facilitou a nossa vida não é novidade pra ninguém. Há muitos anos também ela trabalha a favor dos relacionamentos, pois muita gente conheceu sua “alma gêmea” no mundo virtual. Num passado – nem um pouco distante, as pessoas se conheciam nos chats. Hoje estas salas de bate-papo deram lugar aos aplicativos de paquera. Tinder, Par Perfeito e Match são alguns exemplos que conquistaram os brasileiros.

MARIANA BATISTA30/04/20170Reprodução/Internet

Se a possibilidade de encontrar uma companhia ou até mesmo o amor de sua vida está apenas a um toque no celular, será que não podemos estar assim acabando com o tradicional “amor à primeira vista” ou entrando em apuros? Para a médica e sexóloga Natália Barros, a internet traz algumas facilidades na hora da paquera, mas é preciso alguns cuidados redobrados para não se decepcionar.

“É preciso ter cuidado. Não se pode banalizar levando sua vida para trás de uma tela, seja do smartphone ou do computador”. A sexóloga diz também que a ferramenta não pode substituir os encontros presenciais. “Os apps são excelentes, principalmente para quem tem dificuldade de se relacionar, em se mostrar verdadeiramente para alguém, mas a internet acaba mascarando um pouco, pois as pessoas têm tendência a se expressarem muito mais ‘felizes’ no mundo virtual que na vida real”.

Mas, antes de partir para um relacionamento presencial, a especialista também recomenda cautela e dá algumas dicas antes do primeiro encontro, tais como obter o máximo de informações possíveis sobre o seu parceiro; e escolher um lugar público e com movimentação de pessoas quando for conhecê-lo pessoalmente. “Mas principalmente, tenha clareza sobre o que você está buscando num aplicativo de relacionamento, para que não frustre suas expectativas”, finaliza.
Usuários têm suas estratégias

Camila F. (nome fictício) começou a usar o Tinder, o mais usado dos apps, logo que foi lançado, mas sua primeira experiência “fora” do app foi em 2014. “Até então ficava somente no ‘curtir’ ou ‘não curtir’, o papo muitas vezes era furado e eu nem dava continuidade”, conta. Mas no primeiro encontro presencial, Camila acabou sendo imprudente. Avisou apenas uma amiga ‘no susto’ e topou conhecer o rapaz, sem ter nenhuma referência anterior. “Deu tudo certo, mas também podia dar tudo errado, pois eu não o conhecia direito”, relembra.

Depois dessa ocasião ela adotou uma série de estratégias para manter sua segurança e, mesmo assim, aproveitar as vantagens de conhecer novos parceiros pelo mundo virtual. “Hoje eu coleto o máximo de informações que posso. Adiciono no Facebook, no Instagram e faço minha pesquisa pessoal, vejo se ele tem parentes próximos adicionados nessas redes e aí sim está na hora de conhecer pessoalmente”. Além disso, Camila tem um grupo no WhatsApp com alguns amigos bem próximos, que são comunicados sempre que ela tem um encontro. “Marco um horário pra eu mandar mensagem ou avisar que cheguei em casa e, se não ligar no horário, eles me ligam de volta”.

Roberto L. (nome fictício) é professor universitário e se diz ‘seletivo’ em suas conquistas no Tinder. Só “dá um match” quando realmente se interessa e sente que pode conhecer o parceiro fora do mundo virtual. “Tem muita gente dentro do aplicativo que só quer um relacionamento ali mesmo, sem a necessidade de conhecer pessoalmente. Sinto que as pessoas estão cada vez mais em busca de relações instantâneas”. (com informações da Agência Brasil).

Fonte: http://tudo.com.vc/tudo-de-bom/comportamento/2017/04/30/sexologa-recomenda-precaucao-nos-aplicativos-de-paquera/