Diário de um divorciado louco

Um diário, de um divorciado, com noticias, pensamentos, reflexões e tudo que você precisa saber de um "louco" e que pode com certeza melhorar a sua vida! Ou não...

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Super encontro de Inteligencia Emocional! 01 e 02/09/2011 ExpoCenterNorte

Super encontro de Inteligencia Emocional! 01 e 02/09/2011 ExpoCenterNorte


O encontro reúne os maiores especialista de IE do Brasil e do Mundo.



O EVENTO

Os 4 pilares da Inteligência Emocional

Autoconhecimento, autorregulação, empatia e habilidades sociais

Como desenvolver liderança

Um líder não nasce pronto; quem quer se tornar uma verdadeira liderança precisa desenvolver
algumas habilidades.

Como promover mudanças sustentáveis na sua vida

O que facilita e o que atrapalha a mudança para estilos de vida mais sustentáveis?

Como alinhar mente e coração

Uma confusão interna de sentimentos, pensamentos e ações provocam uma confusão externa, já que ações “desalinhadas” provocam resultados “imperfeitos”.

Nos dias 01 e 02 de Setembro, em São Paulo, você terá a oportunidade de entender de maneira prática:

Será disponibilizado as últimas pesquisas de como aprimorar o desenvolvimento da Inteligência Emocional




PARA QUEM É?

Este é um programa para homens e mulheres de negócios sérios, comprometidos com resultados sustentáveis, bem estar da sua empresa e dos seus clientes e acredita na necessidade de entender de emoções, e sendo esse um fator determinante para osucesso na vida e nos negócios!


Este não é um programa para pessoas que não acreditam na autoresponsabilidade, que acham que tudo cai do céu, que não precisa melhorar a si mesmo todos os dias e para quem não acredita no ser humano.

PARA QUEM NÃO É?



A metodologia do programa é aprovada pelas maiores universidades do mundo como Stanford, Harvard e Cambridge. No mundo corporativo é testado e aprovado pelas mais conceituadas instituições de desenvolvimento e gestão de pessoas, sendo usado inclusive nos programas executivos da Harvard Business School sendo 100% recomendado nos grandes MBAs nacionais e internacionais como FGV. Haverá atividades em grupo, individuais e espaço para perguntas e respostas em tempo real. Iniciaremos as atividades às 9h da manhã e encerraremos às 18h00.

METODOLOGIA

Uma confusão interna de sentimentos, pensamentos e ações provocam uma confusão externa, já que ações “desalinhadas” provocam resultados “imperfeitos”.



sábado, 21 de julho de 2018

Sutiã adesivo – Dicas infalíveis de como utilizá-lo corretamente!

Sutiã adesivo – Dicas infalíveis de como utilizá-lo corretamente!


Veja todos os cuidados que você deve ter ao utilizar esta lingerie






O sutiã adesivo também é conhecido como sutiã de silicone e como sutiã invisível. A peça recebeu o nome de sutiã invisível devido a impressão que as mulheres que o utilizam passam de não estarem vestindo sutiã.

Esse artigo vai te explicar como usar o sutiã de silicone, para quem esta peça é indicada e dicas de como lavar seu sutiã adesivo!

Boa leitura!


Como usar o sutiã adesivo?


O sutiã de silicone conta com uma cola que sustenta a peça naquelas que o usam sem necessidade de base, alças ou laterais. Isso mesmo! Esse sutiã firma-se nos seus seios apenas com a cola, sem deixar qualquer marca de sua presença.

Com esta peça é possível utilizar vestidos e blusas abertas nas laterais, com decotes avantajados ou com as costas nuas de forma muito mais segura.

Outra dica para entender melhor como usar seu sutiã adesivo é que este normalmente conta com um pequeno fecho ligando os dois bojos, de forma que você pode regular a aproximação entre seus seios.


Para quem o sutiã de silicone é melhor indicado?





Existe uma infinidade de lojas e marcas que produzem e comercializam o sutiã adesivo. Essa é talvez uma das peças que conte com maior diferença na faixa de valores. Naturalmente, existe um motivo do porquê um produto aparentemente similar é vendido por R$ 20 em um local e por R$ 150 em outro: a qualidade!

Não é novidade para ninguém que quanto mais confiável for a marca do produto, menores as chances do mesmo chegar a você com defeitos ou quaisquer problemas. Mas, sejamos realistas: milagres não existem. Não acredite em promessas fantasiosas e superficiais.

O sutiã adesivo é uma alternativa especialmente interessante para as mulheres que possuem seios pequenos ou médios, devido ao peso que será sustentado pela peça. O sutiã invisível conta com um caimento na roupa muito superior aos sutiãs normais, além de permitir que façamos uso de looks diferenciados sem medos.

O sutiã de silicone é uma peça que conta com limitações, assim como qualquer outra. Se você possui seios mais avantajados, tenha especial atenção na busca pelo modelo certo. Esse sutiã tem como principal função moldar os seios, e não sustentar peso. Assim, as mulheres com seios pequenos e médios costumam sentir-se mais seguras do que as mulheres com seios maiores.


Como lavar um sutiã invisível corretamente?


Comprou um sutiã adesivo e precisa de algumas dicas para lavá-lo corretamente? É muito simples!

– Separe uma bacia com água morna e sabão neutro (sabão de glicerina)

– Deixe seu sutiã adesivo imerso na água com sabão por 10 ou 15 minutos

– Utilize suas mãos para limpá-lo, esfregando levemente a palma de suas mãos na peça

– Retire-o da água e o deixe secando em local separado das outras peças de roupa

Observação: Não é necessário fazê-lo secar no Sol, deixá-lo descansando na sombra é o suficiente.


Fonte: http://blog.specialitalingerie.com.br/sutia-adesivo-2/

Promoção 5 pares por R$: 29,99! Clique aqui!
Bare Lifts: Conhecido como o adesivo “Levanta-Seios“, os Bare Lifts surgiram há um tempinho no mundo da internet, mas só agora estão ficando mais conhecidos. São adesivos que você cola um pouco acima dos mamilos, normalmente em cima do Lib ou protetor de mamilo normal, e puxa a película para cima – com esse movimento, você sobe os seios na hora! É tipo uma plástica instantânea!

NÃO PERCA TEMPO FAÇA AGORA MESMO SEU PEDIDO 

MEGA PROMOÇÃO SÓ HOJE 10 ADESIVOS (5 PARES) 

Emagreci 15 kg com Jejum intermitente e comendo tudo que gosto!


Emagreci 15 kg com Jejum intermitente e comendo tudo que gosto!


                Muitos me perguntam como emagreci tanto! No começo nem eu sabia o que estava fazendo, pois eu simplesmente parei de almoçar. Devido a diversos fatores e acontecimentos em minha vida, parei de almoçar. Porém eu já não tinha o costume de tomar café da manhã. Dedicava meu dia no trabalho e quando chegava em casa, jantava muito bem.
                Não demorou muito, havia perdido aquela barriga abdominal que muito me incomodava. As pessoas achavam que estava fazendo academia, algum tipo de exercício (deveria, mas não era isso). Apenas parei de almoçar. Perdi mais de 15 kg. Estava pesando 84 kg na época, estava estável nesse peso, sempre sedentário, pois devido a correria do dia a dia, nunca mais tive disposição para exercícios. Nunca liguei muito para aparência, não ficava me pesando, mas sempre que me pesava, estava nessa faixa de peso. Cheguei a pesar 94 kg em minha época mais ‘gorda’. Tinha pneus de trator, não engordava muito nos braços, mas estava com o rosto mais redondo e muita barriga, nunca achei que ela fosse secar novamente.


                Descobri que estava fazendo jejum intermitente, quando li uma reportagem da super interessante que estava falando a respeito, de seus benefícios (para ler a reportagem clique aqui), comecei a entender o que estava sentindo e as melhoras que havia tido em minha vida na prática!
                Hoje mesmo depois de mais de 2 anos mantendo o jejum, comecei a estudar a respeito e melhorar minha dieta, sei que descobri sozinho e sem querer, meu corpo já estava propício a este jejum, porém qualquer um pode começar e a melhorar a vida de forma surpreendente! Existem mil artigos falando a respeito e de formas de se organizar para começar ou mesmo para manter esse tipo de jejum, como disse, irá mudar sua vida de forma surpreendente.
                Alguns livros me ajudaram bastante a entender melhor sobre o assunto, vou deixar ao final do texto, vou colocar os preços para se ter uma ideia, não sei se irão encontrar mais barato ou se pode ter algum reajuste.
                Sei que parece simples, você simplesmente pode parar de comer, mas recomendo ler ao menos um livro ou estudar melhor o assunto, na internet podemos achar infinitos artigos, lendo o livro perderemos menos tempo. Espero que tenha ajudado!
                Coloque nos comentários seus resultados ou mesmo duvidas, caso possa ajudar, estou a disposição!

Lista de livros (clique para ir a loja):

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Relacionamentos virtuais são pura fantasia

Relacionamentos virtuais são pura fantasia 


E se eles não passam logo para o campo real, quase sempre estão fadados ao fracasso

Por Arnaldo Cheixas-13 nov 2017, 19h56 - Publicado em 13 nov 2017, 19h45

. (Divulgação/Divulgação)

Quando duas pessoas percebem e combinam um vínculo amoroso por meio eletrônico, temos um relacionamento virtual. Os dois não se conhecem pessoalmente mas usam as redes sociais e as ferramentas de contato eletrônicas para dar um formato de namoro para aquele vínculo. Há diálogo, cumplicidade, fidelidade, ciúme, desentendimentos, planos para o futuro etc.

Talvez o elemento mais importante para se saber sobre os relacionamentos virtuais é que eles pertencem ao campo da fantasia. Relacionamento virtual é pura imaginação. “Mas, Arnaldo… Eu tenho fotos. E ela(e) é linda(o), do jeito que eu gosto!” Ou ainda: “Mas, Arnaldo… Os sentimentos são reais. Ela(e) me ajudou a resolver um problema enorme, importou-se comigo.”. Tudo isso pode ser real. A única coisa que não é real é justamente o relacionamento. Sentimentos efetivos não garantem que um relacionamento exista de fato.

Vejam que interessante. O banco do qual sou cliente tem como estratégia de operação disponibilizar um gerente remoto para administrar a relação com o cliente. Eu não conheço pessoalmente minha gerente mas conversamos frequentemente por meio eletrônico (mensagens de texto, e-mail) e, atualmente, até por telefone e videoconferência. Por que acho esse exemplo interessante? Minha relação com a gerente da minha conta, mesmo sendo virtual, tem implicações muito concretas na minha vida. Uma decisão errada durante nossa interação pode resultar em prejuízo financeiro para mim. O que é real nessa história são as transações bancárias; mas não há um vínculo efetivo entre ela e mim para além desses aspectos práticos do gerenciamento da minha conta bancária.

Lamento decepcionar os mais românticos mas um relacionamento virtual difere pouco do relacionamento que eu tenho com a gerente da minha conta. Explico. Eu dizia um pouco acima que, embora os sentimentos possam ser efetivos, a única coisa que não é real no relacionamento virtual é justamente o próprio relacionamento.

Quando conhecemos alguém no ambiente virtual, nossas fantasias disparam. Quanto menos concreta a relação, mais espaço a fantasia ganha. Imagine conversar com alguém (um crush, para usar o termo da moda) apenas por mensagens de texto. Sem tato, cheiro e nem mesmo fotos ou áudios. A imaginação vai longe. Uma pessoa otimista vai imaginar que do outro lado haja um interlocutor dentro de suas expectativas de beleza, altura, voz, caráter etc. Já uma pessoa com padrão pessimista vai imaginar um interlocutor feio, mentiroso e assim por diante. O fato é que nem um nem outro tem elementos que permitam ter certeza. É só fantasia.

Digamos que depois de um tempo o crush envie um áudio. Pronto. Agora, podendo escutar a voz, as expectativas se ajustam. A voz pode ser sensual, infantilizada, sóbria… A imagem fantasiosa sobre a pessoa deve ser ajustada agora com base na voz. Além da fantasia sobre a própria voz, há todas as características que associamos a cada tipo de voz.

Depois de mais um tempo há o envio de fotos. Mais ajustes da fantasia e assim por diante. A fantasia diminui conforme os elementos concretos vão surgindo. E encontro pessoalmente muitas vezes elimina até a fantasia construída a partir de fotografias. A fotografia não é a realidade mas sim uma leitura sobre ela.

A chance de uma fantasia sobre o alvo da paixão virtual corresponder à realidade é nula. E dificilmente chega sequer perto do que foi fantasiado. Isso não significa que não se possa conhecer alguém no mundo virtual. Mas é importante saber que os instrumentos da informática apenas possibilitam os primeiros contatos, que são baseados em elementos de afinidade: a conversa, os interesses, a beleza etc. Mas o “amor” virtual, que na verdade é um tipo de projeção de apaixonamento, tem data de validade curta. O tempo é implacável.

A única maneira de um relacionamento virtual dar certo de forma saudável é ele transpor os limites do mundo virtual e mergulhar no real. Você pode me dizer que conhece alguém que está há anos num relacionamento virtual e que está dando certo, e que se amam etc. Meu caro, isso é tudo menos um relacionamento de fato. É pura fantasia.

O que explica nossa dúvida sobre a efetividade do relacionamento virtual é o fato de que há coisas boas nesse tipo de interação. A conversa pode ser maravilhosa. Pode haver até cumplicidade. Pode haver apoio prático na resolução de problemas. Alguém pode até doar um órgão para transplante ao outro e salvar sua vida. Tudo isso é real, menos o relacionamento.

Os gregos nomeavam com palavras diferentes na antiguidade processos que nós colocamos juntos sob o título de “amor”. Os exemplos que dei acima e que tornam bacana a interação virtual poderiam ser chamados de amor filia (amizade), como o apoio na resolução de um problema, ou amor ágape (amor universal), como doar um órgão para a sobrevivência de outra pessoa. Nenhum deles corresponde ao amor eros, que é o amor conjugal. Ele implica em um pacto completo (emoções, sentimentos, carne e vida) entre duas pessoas que se amam eroticamente (no sentido grego).

Quando uma pessoa fantasia, por meio de um relacionamento virtual, que está vivendo um amor, há certamente algo que merece ser olhado. Ninguém que não possua alguma insatisfação com a vida pessoal pode viver um relacionamento virtual. As pessoas mais propensas a viver uma relação amorosa virtual são aquelas que têm dificuldades em suas vidas e acabam projetando no “pseudo-amor” as expectativas de realização pessoal não concretizadas na sua vida de fato.

Aqui cabe uma observação. O relacionamento virtual é diferente do relacionamento à distância, que se trata de um distanciamento físico posterior normalmente imposto a um casal por algum fator externo à relação, como um emprego em outra cidade ou país. Neste caso o vínculo, mesmo que mantido à distância, é baseado na história prévia do casal, quando podiam se encontrar fisicamente ou mesmo moravam juntos. Ainda assim, o relacionamento à distância costuma ter um caráter provisório até que o fator externo seja equacionado. Do contrário, se não houver solução para a distância, a tendência é que, da mesma forma como acontece com o virtual, aquele relacionamento à distância acabe ou se transforme em um vínculo doentio que não faz bem a nenhum dos dois.

Um exercício de reflexão interessante sobre o tema é o filme “Ela”, no qual o protagonista se apaixona pela inteligência artificial de um sistema operacional cuja interface é uma sedutora voz feminina. Ele literalmente se apaixona por um sistema. Do ponto de vista prático, um relacionamento virtual com uma pessoa de verdade, na prática, tem pouca diferença para o “relacionamento” experimentado pelo protagonista de “Ela”.

Então, para que não reste dúvidas. Não há nenhuma crítica moral no uso de redes sociais e aplicativos para paquerar. Esses recursos facilitam bastante o que poderia acontecer na festa ou na fila do cinema. Conhecer alguém que desperte sua atenção de alguma maneira. Mas esse é só um passo na construção de um relacionamento. Se você vive um vínculo que não ultrapassou o virtual e mesmo assim mobiliza fortes sentimento e emoções, é importante você saber que os sentimentos que você acredita serem amor são, na verdade, suas angústias mais profundas disfarçadas de amor. O enfrentamento dessas angústias deve ocorrer de outras formas e um amor conjugal efetivo só pode ser vivenciado no real.

Fonte: https://vejasp.abril.com.br/blog/terapia/relacionamentos-virtuais/#

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Traição pode fazer bem para o seu relacionamento; duvida? A gente prova

Traição pode fazer bem para o seu relacionamento; duvida? A gente prova

Uma traição causa dor, ressentimento e brigas na vida de um casal. Mas vivenciar esse sofrimento pode trazer coisas boas. Pode ser a hora de os dois avaliarem o que há de errado e forçar uma conversa necessária. Nem sempre o final é infeliz ao conhecer alguns aspectos positivos da infidelidade. Quer ver?
Traição pode sinaliza que há algo embaixo do tapete 

Heloísa Noronha-Colaboração com o UOL-25/08/2017 04h00


Lissandra Cristine Bassi é terapeuta e coaching. Ela conta que a traição funciona como uma intenção inconsciente de ocultar algo quebrado na vida do casal. "Quando uma infidelidade se concretiza, a 'quebra' do diálogo, do carinho e do sexo entre os dois já aconteceu antes. Parece mais fácil trair do que consertar os erros", diz. Porém, se o casal souber encarar como um sintoma de coisas não ditas que foram sufocadas, pode tentar refazer o relacionamento.

Apontar que a relação deixou de receber a devida atenção

Muitas vezes o casal acaba priorizando outras coisas na vida, como trabalho e filhos, e negligencia o convívio, as expectativas do outro ou o sexo. A fantasia de que a estabilidade do casal é suficiente para que a vida a dois possa ser deixada em segundo plano é um risco. "Uma traição pode ser o alerta que faz o casal despertar e rever suas prioridades, e a forma como estão conduzindo suas vidas", explica Luciano Passianotto, psicoterapeuta e terapeuta de casais.

Mudar a direção do relacionamento

Muitas vezes, a partir desse alerta, o casal consegue fazer acertos na forma com que interage. Juntar esforços para consertar a situação pode ser o impulso que faltava para a relação ter mais vida, humor, diversão, união. "Eu traí e fui traído no início do casamento", conta o analista de mídias J. M., 29 anos. "Éramos imaturos e lidamos mal com o compromisso. Pensamos em nos separar, mas, depois de muita conversa, concluímos que devíamos entrar de cabeça em uma nova fase. Não foi fácil, mas amadurecer juntos foi a melhor decisão. Hoje somos 100% dedicados", fala.



Mostrar aos envolvidos o que realmente desejam

Acontecimentos significantes como acidentes, doenças, mudanças financeiras bruscas e traições podem ser um importantes catalizador para que homens e mulheres se deem conta de que podem não estar conduzindo suas vidas como gostariam. Quando a administradora de empresas G. C. H.,, 32 anos, traiu um namorado, logo que concluiu a faculdade, se deu conta de que não queria nenhum envolvimento sério, pois queria estudar em outro país. "Parece egoísta, eu sei. Mas acho melhor a pessoa ser fiel a ela mesma a manter um compromisso e viver infeliz", afirma.

Ajudar a compreender o que falta

Ao buscar entender o que motivou a traição, o casal tem a chance de conversar sobre questões da relação até então negligenciadas, e descobrir quais pontos importantes estavam sendo deixados de lado: fantasias sexuais, demonstrações de afeto, maior atenção, um posicionamento diferente, uma divisão mais justa das tarefas...

Forçar uma conversa ou um confronto necessários

Para Luciano Passianotto, muitos desejos e frustrações são difíceis de serem explicados. "Pequenas reclamações, até frequentes, nem sempre são compreendidas ou levadas a sério. Uma experiência impactante como a traição pode fazer com que ambos deem mais atenção ao que o outro diz", afirma. Para a psicóloga Marina Vasconcellos, terapeuta familiar e de casal pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a traição tem muito a ver com a falta de comunicação. "Em geral, ocupa os espaços que se abrem numa relação onde não há diálogo suficiente ou espaço para dividir as insatisfações", diz.

Encerrar um ciclo de sofrimento

Para o bem ou para o mal, a traição pode ter o efeito de um desfecho: sacudir de vez uma relação problemática e motivar o casal a reinventá-la ou jogar a última pá de terra que faltava para enterrá-la de vez, libertando os dois para seguirem em frente.

Fonte: UOL


9 dicas para você parar de se decepcionar em apps de relacionamento

9 dicas para você parar de se decepcionar em apps de relacionamento


Não foram os aplicativos que inventaram o pé na bunda ou o “perdido”, mas eles ajudaram a intensificar a sofrência -- seja porque o cara do Tinder te adicionou no Whats, e se mostrou uma grande decepção, ou porque você nunca recebeu um like daquele perfil que paga muito pau no Happn. Acontece na vida, acontece nos aplicativos. O que muda é a velocidade.

Carolina Prado e Marina Oliveira-Colaboração para o UOL-25/08/2017 04h00


Mas dá para aproveitar só o que há de melhor nessa tecnologia -- que é poder controlar a própria vida amorosa e sexual -- ao entender alguns pontos importantes dos relacionamentos modernos. Conversamos com Lígia Baruch, doutora em Psicologia pela PUC-SP e coautora do livro “Tinderellas - O Amor Na Era Digital” (Ema Livros), e preparamos a lista de dicas a seguir:

Controle a ansiedade

Você só baixou o Tinder porque uma amiga está namorando um cara que conheceu lá? Vá com calma. Os apps têm gente de todo tipo e muitos matches não viram absolutamente nada -- assim como saímos “zerados” de várias baladas. Quanto mais ansiedade, mais chance de escolher errado e de se frustrar.

Lembre-se: ninguém te prometeu casamento

Apps são meios de conhecer alguém, não garantia de amor para a vida toda. As relações se constroem no dia a dia. Rolou sexo casual com alguém, mas depois a pessoa sumiu no mundo? A vida segue e os novos matches também.

Entenda que levar fora faz parte

Dar like com gosto numa foto e ficar no vácuo. Quem nunca? Antes de se achar mais uma vítima da tecnologia, lembre-se de que também ignora alguns likes e que, está tudo certo. Faz parte do jogo.

Se você aposta mais, também se corre mais risco

Se você tem a sensação de que as decepções amorosas acontecem com mais frequência on-line... acertou! Por causa da proporção: na vida real, demora mais para você conhecer a mesma quantidade de pessoas que vê em uma hora nos aplicativos, por exemplo.

Seja dona da p#rr@ toda

A essência do Tinder e afins está na questão da escolha. Sair da posição de ser “escolhida” e passar a “escolher” faz grande diferença, porque dá muito mais poder de ação e controle sobre a vida amorosa.
Saiba o que quer

Não saber o tipo de pessoa com quem quer ser relacionar -- ainda que por uma noite -- é cilada. Porque aí, sem filtro, chega junto um monte de gente nada a ver. E isso não vale somente para os hobbies do crush. Mas para o tipo de relação que quer ter. É só para transar? Deixe claro. É para apresentar pros pais? Também.

Adicione o alvo em outras redes

Adicione o crush em outras mídias sociais, como no Facebook, para sondar mais o terreno. Se não estiver a fim de jogar limpo com você, vai recusar seu pedido de amizade, e poupar a sua energia para quem vale mais a pena.

Investigue os gostos do outro

Agora, se ele adicionar, é um bom jeito de conhecer melhor os gostos, hábitos e as pessoas com quem ele convive. Se o match persistir para você, mesmo depois de descobrir tudo sobre ele, então, as chances de decepção são menores.

Desconfie quando a esmola é demais

A pessoa já de início está se declarando, fazendo mil planos juntos, sendo que vocês nem se conhecem direito? Esquisito, hein? Para saber se você encontrou o amor da sua vida leva um tempinho, não vai ser no primeiro like.

Fonte: UOL

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

7 perguntas que você deve responder antes de terminar um relacionamento

7 perguntas que você deve responder antes de terminar um relacionamento

Resolver se separar envolve sentimentos demais, e é difícil e doloroso. Como regra geral, a gente precisa considerar a maneira como nos sentimos naquele relacionamento, para saber se vamos adiante ou não. Para facilitar essa reflexão, você pode se fazer sete perguntas que ajudam na decisão.

Carolina Prado e Marina Oliveira - Colaboração para o UOL- 23/08/2017 04h00
Resultado de imagem para 7 perguntas que você deve responder antes de terminar um relacionamento

1. Estou com preguiça de resolver a questão?

Crises fazem parte de qualquer relação. Encará-las pode ser um processo trabalhoso que você e o par deverão escolher se vale a pena. “A maioria dos términos tem a ver com fugir de um problema, que o casal está exausto de lidar ou não saber como lidar. E, aí, enxergar o fim da relação como única opção”, diz o psicólogo Elídio Almeida, especialista em terapia de casal e família.

2. Eu estou infeliz ou o outro me faz infeliz?

Em uma relação desgastada, é comum transferirmos nossas frustrações e angústias para o outro, porque encarar a realidade pode ser sofrido. “Mas, na maioria das vezes, não existe um único culpado para a crise. Ambos podem ter descuidado da relação”, fala a psicóloga Marlene Heuser. Faça uma autoavaliação e descubra se o descontentamento não é uma questão pessoal e intransferível.

3. Por que me apaixonei por outra pessoa?


“A paixão por uma terceira pessoa não é desencadeadora do fracasso de um relacionamento. O que mais acontece é estar infeliz na relação e, como sempre tendemos a buscar conforto afetivo, abrimos espaço para outro”, diz Almeida. Ao entender o que veio primeiro, fica mais fácil saber se vale a pena apostar em um novo amor ou dar uma chance ao atual.

4. Já tivemos uma DR decente?


É para explicar o que sente –e o quanto algumas atitudes do outro machucam– e ouvir a justificativa dele, assim como a forma que ele analisa as suas atitudes. Apontar o dedo não caracteriza um diálogo. E é sempre melhor conversar assim que um problema aparece, para não acumular mágoas e ter de entrar em uma conversa de “vai ou racha”.

5. Procuramos ajuda profissional?


Elídio Almeida fala que muitos casais conversam pouco entre si sobre o relacionamento, e isso resulta em diversos problemas. Por exemplo, idealizar coisas para si ou para ambos, mas não comunicar ao outro. “Daí, ela acha que o par deveria ter percebido e agido para sanar aquilo, mas nada foi explicitado ou acordado”, conta. Um terapeuta de casal é uma tentativa de colocar alguém de fora, e com experiência, para analisar onde estão errando.

6. Eu não amo mais?


Ajuda muito ter uma perspectiva geral do relacionamento e observar se o amor realmente acabou e se sentimentos negativos, como raiva e ódio, superaram os bons sentimentos. Às vezes, as expectativas de vocês sobre o dia a dia de um casal –que tem altos e baixos– não bateu com a realidade e vocês concluíram, precocemente, que tudo estava perdido. “Sem discernimento ou paciência, quando uma crise aparece, às vezes até uma ‘primeira crise’, já é suficiente para desandar a relação”, conta o psicólogo Thiago de Almeida.

7. O que eu quero numa relação é possível?


Sabe aquele casal de Instagram, que parece superfeliz, com fotos incríveis e espontâneas, que esbanjam amor na sua tela de celular? Ele não existe. Assim como a relação que seus amigos têm e que você deseja em segredo, pode funcionar para eles, mas não para você. Por isso é importante se questionar: será que o que você quer é uma relação com filtro de mídia social?

Fonte: UOL

terça-feira, 22 de agosto de 2017

9 fatos sobre traição que todo casal deve saber

9 fatos sobre traição que todo casal deve saber

Fato número um: é melhor nem começar. Se já está feito, então vale saber de todo o resto

Por Marjorie Zoppei-21 ago 2017, 20h45

(Luis Crispino/VIP)

Uma coisa que você não deve fazer é trair. Além de não ser – digamos – um gesto gentil, passar por uma traição pode deixar cicatrizes profundas.

Para que você se mantenha a salvo, é bom anotar:

1. Se você é economicamente dependente, está mais tendencioso a trair

Um estudo feito pelo American Sociological Review entrevistou 2800 pessoas, de 18 a 32 anos, e constatou que uma pessoa completamente dependente financeiramente. A proporção dos homens ainda é maior: 15% dos que eram dependentes de suas mulheres traíram elas, mas apenas 5% das mulheres cometeram o mesmo deslize.

2. Homens e mulheres reagem de forma diferente quando flertam com alguém fora do relacionamento

Um estudo feito pelo Interpersonal Relations and Group Processes constatou que depois que os homens tentam ciscar fora do terreno, eles se tornara menos tolerantes aos deslizes da parceira. Elas reagem de forma oposta: depois de flertarem com alguém fora do relacionamento, elas acabam evitando seus parceiros.

3. Homens preferem ser trocados por outra mulher

Uma pesquisa publicada no jornal Personal Relationships observou que os homens heterossexuais, quando são trocados por outro homem, costumam sentir raiva e a xingar a parceira. Mas perdoariam uma traição se a escorregada acontecesse com outra mulher. Já as mulheres normalmente terminam o relacionamento quando descobrem que foram “trocadas” por outro homem.


4. Homens se preocupam mais com a infidelidade sexual da parceira e as mulheres, com a infidelidade emocional

Pesquisa publicada no periódico Evolutionary Psychology concluiu que a maioria dos homens heterossexuais se incomodaria mais se a parceira estivesse fazendo sexo com outro homem, mas não se ela se apaixonasse pelo outro. Com as mulheres é o contrário: elas se magoariam mais se o parceiro se apaixonasse por outra garota.

5. Homens estão mais propensos a trair quando estão prestes a completar mais uma década de vida

Uma pesquisa feita pelo site de relacionamento Ashley Madison revelou que os homens traem mais quando estão com uma idade que termina com 9: 29, 39, 49… O resultado não foi o mesmo com as mulheres.


6. Seus genes podem influenciar sua propensão à infidelidade

Um estudo conduzido pela Universidade de Queensland (Austrália) revelou que você pode ser biologicamente programado a trair. Infidelidade é uma característica comum em pessoas que têm um tipo específico de receptor dos hormônios oxitocina e vasopressina (relacionado a comportamentos sociais, como confiança, empatia e química sexual). Entre os entrevistados, os cientistas descobriram que esta característica genética estava presente em 40% das mulheres e em 62% dos homens que já traíram seus parceiros.

7. Os mais jovens são menos dispostos a trair do que os mais velhos

Uma análise feita pelo cientista Nicholas Wolfinger, do Instituto de Estudos da Família (EUA), concluiu que americanos acima de 55 anos são os mais traidores. Wolfinger acredita que um dos motivos é que as pessoas mais jovens ainda não eram sexualmente ativos na década de 80, a era da revolução sexual.

(Casal icônico/Divulgação)

8. Atração emocional está se tornando cada vez mais comum

Pesquisa feita pela American Association of Marriage and Family Therapyconstatou que 45% dos homens e 35% das mulheres admitem que estão atraídos pela inteligência (com nenhuma conotação sexual) de outra pessoa.

9. Você tende a trair se já foi traído antes

Um estudo publicado no periódico Archives of Sexual Behavior acompanhou o comportamento de 500 adultos que estavam em um relacionamento heterossexual. Os participantes foram questionados se gostariam de trair seus parceiros e, é claro, suspeitavam se já tinham sidos traídos. Os resultados foram óbvios: a maioria dos que foram traídos admitiu que estavam tentados a trair – alguns deles já haviam traído seus parceiros.


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O Coroa Metade é voltado para pessoas maduras, a partir de 40 anos, que procuram na Internet alguém com valores e objetivos semelhantes

O Coroa Metade é voltado para pessoas maduras, a partir de 40 anos, que procuram na Internet alguém com valores e objetivos semelhantes

Site de relacionamento com 4 anos de existência tem 223 mil usuários

COMPORTAMENTO | Quarta, 16 de Agosto de 2017 - 14:13-POR: DA REDAÇÃO
O preço da assinatura mensal do Coroa Metade vai de R$ 18,90 a R$ 37,90, dependendo do prazo e forma de pagamento. A assinatura de apenas um mês sai por R$ 37,90 / Divulgação

O site Coroa Metade (www.coroametade.com.br), voltado para pessoas a partir dos 40 anos, chegou em quatro anos e meio à marca de 223 mil cadastros e 47 casamentos realizados. O Coroa Metade foi criado pelo jornalista Airton Gontow com base na sua história* pessoal e também nas histórias de amigos que estavam solteiros ou separados aos 40 anos e vivenciaram as dificuldades para se encontrar pessoas para uma relação estável. “Já temos 94 pessoas que saíram do site porque encontraram um parceiro ou parceira!

Isso sem contar as pessoas que saíram do site e não disseram o motivo. É gratificante. Digo sempre que devo ser um caso raro de empresário, porque festejo a cada cliente que perco”, afirma Gontow, gaúcho de Porto Alegre, que vive em São Paulo há mais de 40 anos.

No ano passado o número de pessoas que acessam o site através de dispositivos móveis (smartphone e tablete) ultrapassou o desktop, assim como tem acontecido em relação ao uso da Internet em praticamente todo o mundo. “As pessoas teclam e conversam pelo mobile nas mesas, nos parques e mesmo caminhando na rua. Não querem esperar chegar em casa para se conectar. E o público maduro não é diferente disso”, diz Gontow, que acrescenta: “Nós do Coroa Metade nos beneficiamos desse movimento com uma plataforma plenamente adaptada para essa utilização”. Segundo o diretor do site, as expectativas com as novidades são as melhores possíveis. “De janeiro de 2016 a julho de 2017, o número de cadastros aumentou de 92 mil para 243 mil pessoas, mesmo em um período bem difícil para a economia do País”, afirma.



Gontow projeta um crescimento de 200% para o ano de 2017. “No final do mês de junho lançamos o nosso aplicativo, o que traz ainda mais usuários para o site”, afirma, acrescentando que um dos grandes desafios do Coroa Metade é atrair um número maior de homens: “temos hoje 38% de homens e 62% de mulheres.

Isso porque quando uma mulher gosta do site, ela conta para dez ou mais amigas. Já o homem não conta para ninguém. E não é por medo de concorrência, mas por temor sobre o que o amigo dirá. Tem receio que o amigo diga: ‘Cara, você é um banana? Precisa de um site para conhecer mulher? Deixa que eu te ensino como é que se chega em uma mulher!’Além disso, de maneira geral, a mulheres entram no site quase todos os dias e os homens só uma ou duas vezes por semana”, conta o diretor do site.

O Coroa Metade segue o modelo de matchmaker, sites de encontros, surgidos nos EUA, onde as pessoas preenchem amplos cadastros antes de começar a teclar. O objetivo é traçar o perfil pessoal do eventual parceiro (a) e assim aumentar as chances de encontrar alguém que realmente valha a pena.

O cadastro no site é gratuito, mas existe uma assinatura (conta Premium) que dá diversas vantagens, como acesso ao chat, aparecer antes nas buscas, saber quem viu o perfil e se comunicar com todos os usuários do site, mesmo com quem não é pagante. O preço da assinatura mensal do Coroa Metade vai de R$ 18,90 a R$ 37,90, dependendo do prazo e forma de pagamento. A assinatura de apenas um mês sai por R$ 37,90.

A trimestral sai por R$ 74,70 (em até 3 X de 24,90 com cartão de crédito) e a semestral à vista por R$ 113,40 (que equivale a R$ 18,90 por mês, ou seja, 50% de desconto em relação ao preço da assinatura mensal) ou R$ 125,40 a prazo (em até 6 X de 20,90, com cartão de crédito). O site dá de presente a “degustação” da assinatura por uma semana.

O nome Coroa Metade foi uma grande sacada, por resumir em duas palavras o objetivo do site e, claro, remeter à conhecida expressão “procuro pela minha cara metade”. Mesmo assim, Gontow só decidiu que esse seria mesmo o nome após meses de exaustivas pesquisas de opinião em diferentes lugares de São Paulo e Porto Alegre, sua cidade natal. “Vimos que algumas pessoas não querem ser chamadas de coroas, mas o nome teve 84% de aprovação. Foi a informação que precisávamos para lançar o site. De maneira geral, as pessoas percebem que é um nome carinhoso e, acima de tudo, hoje a moda não é esconder a idade, mas mostrar que tem saúde e qualidade de vida, na idade que a pessoa tem”, afirma.



“Constatamos também, em nossas pesquisas e encontros realizados com grupos que têm o perfil do site, que a idade torna as pessoas mais seletivas. O site é procurado basicamente por homens e mulheres que não têm tempo a perder em encontros sem sentido, mas que ainda acreditam que é possível encontrar a sua coroa metade”, conta

Gontow, que acrescenta: “Buscamos garantir aos nossos usuários a oportunidade de conhecer com discrição, foco e privacidade pessoas interessantes, com os mesmos valores e objetivos, para compartilhar a dois os grandes momentos da vida”.

Números gerais do site Coroa Metade

243 mil cadastros;
49 casamentos realizados.
38% de homens
62% de mulheres

No Mato Grosso do Sul


Faixas de idade (ativos)
40 a 49 43%

50 a 59 42%

60 a 69 13%

70 a 79 2%

Mais de 80 0%


Faixas de idade (ativos)

40 a 49 35%

50 a 59 44%

60 a 69 19%

70 a 79 2%

Mais de 80 0%

Sobre o surgimento do site

Separei-me aos 43 anos e por dois anos, mesmo não sendo tímido, vivenciei as diversas dificuldades que um homem mais velho passa para encontrar uma nova companheira. A gente já não está mais na faculdade, muitas vezes não tem vontade de frequentar baladas, geralmente não quer se envolver afetivamente com alguém do trabalho... Como casei novamente aos 45 anos, deixei esta história “adormecida”.

Há cerca de cinco anos e meio fui a uma festa de amigos que se formaram juntos na antiga oitava série e que não se encontravam há 30 anos. No encontro, vi que 60% dos antigos colegas eram solteiros, viúvos ou divorciados. E nas conversas ouvi muitas queixas do tipo: “Pô cara, companhia para uma noite eu encontro fácil. Mas uma companheira para a vida toda é tão difícil...” e “Faço academia, estou em forma, os homens olham para mim no shopping, em restaurantes...não tenho problema de encontrar um homem que passe um dia, uma semana ou um mês comigo, mas é tão complicado achar alguém que queria uma relação estável com uma mulher que vive com dois filhos...”

Voltei para casa pensando em criar alguma coisa para esse público. Aí surgiu a ideia de criar um site de relacionamento. Como existem muitos, teria de ser um site específico para o público maduro. Mas teria de encontrar um nome que resumisse por si só a proposta do site. Finalmente veio o nome: Coroa Metade, o site de relacionamento paraas pessoas maduras. (Airton Gontow)

Fonte: A Critica

Homem? Mulher? Estudo mostra quem tem mais “likes” em app de relacionamento

Homem? Mulher? Estudo mostra quem tem mais “likes” em app de relacionamento


Aplicativos de relacionamento tem se tornado cada vez mais comuns entre o público, e certamente você conhece alguém que já se utilizou deles para tentar arranjar um encontro. Entretanto, a pergunta que fica no ar é: quem acaba recebendo a maior parte da atenção dos usuários, homens ou mulheres?

POR DOUGLAS VIEIRA | EM CIÊNCIA16 AGO 2017 — 09H44



Para responder a essa questão, Aviv Goldgeier, engenheiro do aplicativo Hinge, decidiu analisar os dados do produto no qual trabalha para traçar uma espécie de comparativo. A inspiração veio por conta de uma pesquisa disponibilizada no Medium e que associava as “curtidas” do Tinder a uma moeda, algo que o responsável pela coleta dos dados apresentados abaixo decidiu seguir.

E como ficou essa distribuição?

Baseado nas “curtidas” dentro do Hinge (aqui é possível fazer isso em áreas específicas do perfil de alguém, como em uma foto), foi revelado que quando essas interações são feitas por mulheres metade delas são direcionadas a cerca de 15% dos homens inscritos. Em contrapartida, quando a iniciativa é masculina metade desses “likes” vão para aproximadamente 25% das usuárias.

Esse cenário muda bastante entre usuários que estão abaixo dos 20 anos

Também houve a menção de que é mais comum os homens terem a iniciativa de dar a primeira “curtida”, enquanto as mulheres precisam encontrar um cara realmente atraente para fazer isso. Além disso, esse cenário muda bastante entre usuários que estão abaixo dos 20 anos, onde é possível observar uma distribuição quase igual dos “likes”.

FONTE(S)HINGE/TecMundo