Diário de um divorciado louco

Um diário, de um divorciado, com noticias, pensamentos, reflexões e tudo que você precisa saber de um "louco" e que pode com certeza melhorar a sua vida! Ou não...

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Cinco coisas que sua namorada ou esposa sempre quis e nunca vai te pedir

Cinco coisas que sua namorada ou esposa sempre quis e nunca vai te pedir

Romance, amor e confiança: dê uma conferida na lista e melhore seu relacionamento.

NOTÍCIAS SUPERINTERESSANTES Publicado:28 janeiro 2017
Coisas que sua namorada sempre quis de você e você nunca soube

Essa é para os casais e pessoas que estão tentando se arranjar ou se adaptar no #Relacionamento. O site "Oi me liga?" fez uma pesquisa com usuários de bate-papo por telefone e em redes sociais e foram levantadas as situações e coisas mais comuns que as namoradas sempre quiseram e os namorados às vezes não percebem. Então se você quer agradar a namorada ou esposa, confira.

1 – Senha das redes sociais.


Essa é a expectativa número um. É comum que todos tenham um passado de relacionamentos, mas para alguns não é tão passado assim. E é aqui que entra a confiança. Toda namorada sabe que o auge da confiança no relacionamento é a senha da rede social, onde será garantido, ao menos aparentemente, uma noção de estabilidade. Como sinal de confiança, muitos "casais estáveis" dividem a senha de suas redes sociais ou até possuem uma conta social conjunta. Já tentou?

2 – Elas querem ser tocadas, querem andar de mãos dadas. Querem olho no olho.


Uma cena do BBB 15 retrata bem essa situação. A ex-participante Amanda disse para Fernando (depois que tinham acabado de se beijar): "Olhe nos meus olhos". Ele não conseguia. Para ela a sinceridade estava no olhar direto (nesse caso Fernando já havia tido um relacionamento na casa com Aline, que inclusive hoje é sua esposa).

As meninas querem que os namorados ou maridos toquem-nas, mas de forma espontânea. Elas gostam e querem que eles falem olhando nos olhos, segurando nas mãos, mostrando segurança e confiabilidade.

3 – Elas querem ser surpreendidas, elas são românticas.


Lembre-se do início da matéria. Elas querem, mas não vão dizer. Então deve-se esquecer a rotina, mas não sempre. Apenas em momentos especiais. Surpreenda-a com uma flor, um presente, um carinho fora do contexto. Elas vão amar.

4 – Elas querem atenção


Essa talvez seja a mais difícil para a natureza masculina. A mulher pode trocar de vestido num encontro que o homem não repara. Mas elas gostam. Adoram. Elas se vestem, mudam penteado, pintam as unhas para agradar seus parceiros. Se eles não notam, uma frustração natural ocorre. Então se esforce. Note, elogie. Mas seja sincero. Não elogie em vão, vai tornar-se vazio.

5 – Presentes

Aqui não é o valor e sim o ato. Mulheres querem ser lembradas, e um presente traz muito mais que isso. A mulher se sente prestigiada com carinho. Elas não vão pedir, mas vão adorar.

Por fim, tenha mais encontros, mais momentos juntos, mais viagens, mais amor. Lembre-se de que esta ao seu lado pode estar contigo para o resto da sua vida. Tenha bons momentos para recordar.

Fonte: http://br.blastingnews.com/sociedade-opiniao/2017/01/cinco-coisas-que-sua-namorada-ou-esposa-sempre-quis-e-nunca-vai-te-pedir-001430665.html


Sites de encontros online: como se comportar

Sites de encontros online: como se comportar

Sat 28 January 2017

Os sites de namoro online foram criados para proporcionar uma oportunidade diferentes para encontros e contatos com parceiros potenciais. Criados para diminuir as distancias entre as pessoas que têm o desejo de fazer novos amigos, combinar encontros sexuais ou conhecer parceiros para um relacionamento sério.

Hoje, os sites que oferecem a oportunidade de participar e fazer encontros são diferentes e aumentam cada dia mais, porque, as vezes sem custos ou com o pagamento de uma pequena taxa de inscrição, permitem conhecer novas amigas. Aqueles que se inscreverem não é dito que sejam em busca de um relacionamento sério, mas definitivamente querem conhecer alguém, as vezes só para amizade, as vezes para curtir uma noite de sexo casual. A rede é povoada por muitas pessoas, e como na vida real, há pessoas de todos os tipos. Entregar-se cegamente a um estranho, no entanto, escondido por uma tela, e tantas palavras escritas em um bate-papo pode ser arriscado se você não considerar cuidadosamente o que pode significar encontrar-se com um desconhecido.


Como se comportar nos sites de namoro online?

As regras são poucas, mas essenciais. Você deve definitivamente evitar se entregar ao primeiro a chegar, porque na rede circulam muitas identidades virtuais as quais não é recomendado dar crédito sem examinar que as palavras escritas têm algum vínculo com a realidade. Mas acima de tudo, é bom ter cuidado com aqueles que ficam muito tempo envoltos em mistério, de quem não quer se encontrar ao vivo ou na webcam, que está relutante em falar sobre si mesmo até depois de um tempo que vocês se conhecem.

Especialmente às mulheres, é mais provável que sejam presa de perfis falsos criados para atrair e convencer a pessoa a bater um papo. O objetivo é poder flertar e arranjar um encontro sexual, até mesmo só virtual, ou para quem está casado, conhecer mulheres que podam tornar-se amantes. Aqui é que quem se cadastra com uma intenção completamente diferente, é claro, vai ficar desapontado por esta descoberta.

Devido ao anonimato da rede e do conhecimento on-line, é bom antecipar, do outro lado da tela, há uma pessoa que pode não dizer toda a verdade sobre sua profissão e sobre sua vida privada em geral. É certamente evidente que isso não acontece em todos os casos, mas deve ser levado em consideração para evitar cair vítimas de fraudes ou enganos.

Primeiro, vamos esclarecer a nos mesmos qual é o propósito que nos levou a cadastrar-se uma plataforma de encontros online. Depois poderemos refinar nossas pesquisas orientadas e selecionadas com base em nossas ideias, considerações e análises.

Uma política pode ser escolher somente perfis com fotos, ou descartar quem escreve sobre si mesmo muito pouco e mal. Não é uma atitude de classe, é claro, mas tendo em conta o meio e a modalidade, uma forma de evitar "golpes" é escolher a clareza.



Uma linguagem obscura, frases com erros gramaticais, uma escassez de detalhes pode ser sintoma de pessoas que não têm vontade de falar de si mesmos, ou quem precisam dizer muito pouco. O que que você acha?

Outro truque é evitar dar o número do seu celular. Se o pensamento é que "falamos no Whatsapp", mas não. Hoje, com a tecnologia cada vez mais sofisticada, temos de assumir que a nossa posição geográfica é pode ser interceptada através do nosso número de celular. Isso acontece porque os smartphones estão cada vez mais equipados com hardware e software inteligente o suficiente para trabalhar como um computador real.

Antes de dar detalhes de contato pessoal, é bom conversar com a pessoa que você conheceu no chat pelo menos por algumas semanas, tentando aprofundar seus conhecimentos. Mesmo quando nos sentimos bem falando com alguém, ao ponto que não podemos esperar para encontrá-lo no chat e falar com ele, você deve sempre ter o desprendimento necessário para uma avaliação adequada das implicações possíveis. Ainda não conhecemos essa pessoa, e tudo pode acontecer até conseguirmos o gabarito no real. Mantenha a guarda.

Para testar a qualidade da informação que nos é dada, uma boa ideia é repetir várias vezes a mesma pergunta depois de algum tempo. Se o senhor X ou Y mentiu a primeira vez, você vai perceber, porque sua segunda resposta, pode cair em contradição com a primeira. Este método não é garantido que funcione, mas pode ser um dos mais simples e mais imediatos para testar a sinceridade do nosso interlocutor.

Geralmente algumas mentirinhas acontecem, principalmente as mulheres às dizem para mascarar a sua idade, o calcanhar de Aquiles de muitas senhoras não mais adolescentes que se matriculam nos sites de encontros para conhecer homens. Mas esse tipo de mentira pode também ser aceitável. Há outras, no entanto, que não deveríamos dizer ou sofrer. Não é fácil perceber, claro, só pode acontecer com o tempo e com algum descuido de quem falhou ou disse mentiras.

As piores mentiras que podem comprometer um relacionamento que começa são aquelas que afetam a sua profissão, seu status, seus hábitos, quando são informações significativas. Por exemplo, se sabemos que uma pessoa que diz de exercer uma profissão e ganhar muito dinheiro, detalhe que pode ser irrelevante para alguém mas pode não ser para outros, pode ser decepcionante descobrir, então, ao longo do tempo, que não há nem o trabalho nem o salário.

Quando iniciámos um relacionamento a distância, embora baseado apenas na comunicação, é difícil avaliar a situação com a cabeça fria. O contato on-line é mediado e filtrado na tela, as palavras criam vidas paralelas, quando mentimos, sabemos fazê-lo um pouco para jogar um pouco para criar suspense em querer dar uma ideia de si mesmo diferente do que realmente somos. Até um certo limite pode também funcionar e não trazer confusão, mas se você passar por cima e criar uma expectativa que, sem dúvida, irá ser decepcionada, não é mais um jogo, mas uma armadilha.

Mesmo se não houvesse mentiras nem grandes nem pequenas, para distinguir os efeitos, relacionamentos on-line ainda são arriscados porque criam um mundo virtual, no caso presente, onde é fácil acreditar que a cumplicidade é a premissa dialógica para uma história de amor de mil e uma noites.

A melhor atitude seria não se iludir quando você conhece alguém on-line e permanecer objetivo na frente a oportunidade que temos diante de nós. Podemos viver a aventura muito levemente, sem expectativas, ou podemos determinar – como já foi dito – que aquilo em que acreditamos é verdadeiro.

Nunca é aconselhável que se deixar levar por um relacionamento virtual sem um mínimo de objetividade.

Fonte: http://www.jornalfeirahoje.com.br/sites-encontros-online-como-se-comportar.html

Por que a generosidade é a principal característica dos casamentos felizes

Por que a generosidade é a principal característica dos casamentos felizes

Pesquisas em psicologia comportamental mostram que pequenas conexões cotidianas com o parceiro estão associadas a relacionamentos felizes

Ana Freitas 29 Jan 2017 (atualizado 29/Jan 12h45)
 
FOTO: WYATT FISHER/FLICKR/CREATIVE COMMONS

NO DIA A DIA, PRINCIPAL CARACTERÍSTICA DE CASAIS FELIZES É GENTILEZA E POSITIVIDADE

Nas prateleiras de livrarias nunca faltam obras que afirmam ter a solução para casamentos perfeitos. Não é à toa - o mercado para esse tipo de publicação só aumenta à medida que cresce o número de divórcios. No Brasil, eles aumentaram 160% em uma década.

Ao mesmo tempo, a psicologia comportamental tem um número limitado de pesquisas sobre relacionamentos. O motivo é que, para identificar padrões, causas e consequências, muitas vezes é preciso acompanhar casais por anos - e isso é trabalhoso e caro.

Mesmo assim, nos últimos 40 anos, quando as taxas de divórcio começaram a crescer nos EUA, alguns cientistas se dedicaram a entender o que faz um casamento dar certo com base no método científico. Seus resultados apontam para diferentes comportamentos e atitudes que podem ser resumidos em apenas uma coisa: generosidade.

‘Lutar ou fugir’

Em 1986, os psicólogos John Gottman e Robert Levenson, da Universidade de Washington, montaram um laboratório de pesquisa comportamental para estudar casais. A ideia era identificar características específicas daqueles que permanecem juntos e felizes por um longo tempo e dos que se divorciam nos primeiros seis anos de relacionamento.

Na pesquisa, os cientistas ligaram eletrodos ao cérebro de recém-casados e os entrevistaram, juntos, com perguntas simples sobre o relacionamento. Fluxo sanguíneo, frequência cardíaca e quantidade de suor ficaram registrados e, seis anos depois, Gottman e Levenson voltaram a analisar os mesmos casais.

A partir de então, foi possível cruzar os dados da primeira entrevista com os status dos casais, divididos em dois grupos: os ‘masters’, que ainda estavam juntos e felizes, e os ‘disasters’, que já haviam se separado ou continuavam juntos, mas infelizes.

O que Gottman e Levenson observaram foi um padrão claro: os dados biológicos coletados na entrevista seis anos antes mostravam que os casais que se tornariam infelizes demonstravam mais inquietude, agitação e ansiedade.

Era como se eles estivessem se sentindo ameaçados, ou em permanente modo defensivo, apenas por estar na presença do parceiro. Quanto mais ansiosos pareciam os membros do casal, maior a chance de que eles fizessem parte do grupo de ‘disasters’ no futuro.

Apostas emocionais


Gottman entendeu que estava lidando com dois tipos de casais: os que tinham, de alguma forma, construído uma ligação de cumplicidade e conforto suficiente para que se sentissem bem na presença um do outro e aqueles que, por algum motivo, não conseguiram fazer o mesmo. Em 1990, iniciou outro estudo para identificar como casais bem-sucedidos construíam essa ligação.

O cientista observou 130 pares, recém-casados, enquanto interagiam por um dia em um laboratório montado para simular o quarto de uma pousada. Na convivência cotidiana, ele identificou que o tempo todo os casais fazem o que o pesquisador chama de ‘apostas’ - que nada mais são do que tentativas de conexão emocional.

Essas apostas podem vir por meio de uma tentativa de puxar assunto, de dividir uma impressão ou uma observação ou de fazer algum contato físico. Gottman registrou as apostas e as respostas, isto é, se o parceiro que estava recebendo a aposta interagia com ela de maneira interessada e se conectava, momentaneamente, ao outro, ou se a ignorava ou respondia com pouco entusiasmo.

Depois de seis anos, Gottman voltou a analisar o status dos casais e a separá-los entre ‘masters’ e ‘disasters’. Em média, os casais infelizes tinham respondido positivamente às apostas em apenas 33% das tentativas na primeira análise feita seis anos antes.

Aqueles que permaneciam juntos e felizes, no entanto, tinham registrado uma taxa muito maior de resposta: 87%. São quatro interações positivas para cada interação negativa ou neutra identificada nesses casais bem-sucedidos.
“Os ‘masters’ têm uma mentalidade [específica]: eles estão sempre observando o ambiente e procurando coisas pelas quais podem agradecer [ao parceiro] e apreciá-lo. Eles constroem uma cultura de respeito e apreciação propositalmente. Os ‘disasters’ observam o ambiente procurando pelos erros do parceiro.”

John Gottman

Em entrevista ao The Atlantic

Em estudo mais recente, Shelly Gable, professora de psicologia da Universidade da Califórnia - Santa Bárbara, também estudou interações entre casais e identificou padrões de respostas como um componente-chave para determinar o sucesso de relacionamentos. Em 2004, ela publicou uma pesquisa que analisa que a reação de um parceiro quando o outro compartilha boas notícias pode prever a qualidade do casamento.

Dividir uma notícia positiva com o parceiro é uma aposta emocional, e por isso a pesquisa de Gable se conecta aos resultados observados por Gottman e Levenson. Veja o seguinte exemplo, frequentemente mencionado pela psicóloga em entrevistas para dar conta dos resultados que ela observou:
Ação e reação

Seu companheiro chega em casa muito animado e anuncia que foi promovido no trabalho. Você pode reagir com uma das quatro respostas:

ATIVAMENTE CONSTRUTIVA


“Isso é ótimo, você merece, estou muito orgulhoso”, e emendar perguntas. Isso transmite entusiasmo, apoio e interesse.

PASSIVAMENTE CONSTRUTIVA


“Isso é ótimo, amor!”, e então ir para um outro assunto. É positiva, mas não demonstra interesse.

ATIVAMENTE DESTRUTIVA


“Uau! Então você vai trabalhar até mais tarde? Você recebeu um aumento? Não acredito que eles escolheram você entre todo mundo”. Isto é, respostas que causam ou transmitem desânimo.

PASSIVAMENTE DESTRUTIVA


Pode tomar forma de egoísmo, com “Uau! Você não sabe o que aconteceu comigo hoje!”, ou “O que vamos comer hoje”, que ignora completamente o que o outro disse.

Ela apurou que, das quatro, apenas o primeiro tipo de resposta, notoriamente a mais gentil, está associada aos relacionamentos mais felizes. Isso porque a resposta positiva amplifica a alegria do outro. Todas as outras três estão associadas a maior risco de divórcio no futuro.
Generosidade na prática

Quando alguém busca dicas sobre como conduzir um relacionamento de sucesso, encontra listas de recomendações que falam de comunicação honesta, perdão, tolerância e respeito, por exemplo, como elementos fundamentais.

As pesquisas de Gottman e Gable não ignoram esses fatores, mas vão um pouco além deles. O ponto delas é que esses elementos não bastam se não forem demonstrados em forma de conexões emocionais ativas no relacionamento. Isso nada mais é do que ser gentil.

Em uma entrevista de 2007 ao Harvard Business Review, Gottman diz que bons relacionamentos precisam de humor, afeto, diversão, bobagens, exploração, aventura, desejo e toque, que ajudam a estabelecer momentos frequentes de conexão e intimidade.

No entanto, para que eles aconteçam, é preciso que os casais interajam positivamente com as apostas emocionais do outro. E para isso, precisam ser gentis e positivos com o outro. É muito mais fácil fazer isso, claro, se você respeita seu parceiro, tem uma comunicação aberta com ele, é tolerante e disposto a perdoar.

“Parece simples, mas na verdade você poderia resumir todos os resultados dos meus estudos com a metáfora de um saleiro. Em vez de colocar sal nele, coloque todas as maneiras possíveis de dizer ‘sim’, ‘tempere’ seu relacionamento e ele será bom. ‘Sim, é uma boa ideia’, ‘Sim, você tem razão, nunca pensei nisso’, ‘Sim, vamos fazer isso, se você acha importante’”, explica Gottman.

Fonte: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/01/29/Por-que-a-generosidade-%C3%A9-a-principal-caracter%C3%ADstica-dos-casamentos-felizes

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Meu namorado não tem ciúmes ou faz loucuras. Ele não me ama?

Meu namorado não tem ciúmes ou faz loucuras. Ele não me ama?

Nessa semana, os leitores tiveram dúvidas sobre seus relacionamentos. E bota dúvida nisso.

Por Karin Hueck-24 jan 2017, 16h46


Sempre que namoro, me apego rápido às pessoas. Em geral, namorei homens, mas na adolescência me envolvi com uma garota. O relacionamento era abusivo, ela me torturava emocionalmente e só fazia o que queria. Inclusive sexualmente. Ela me traiu tantas vezes que acabei chegando no meu limite e terminamos. Fiquei deprimida a ponto de perder o apetite, coisa bem rara pra mim. Foi então que conheci meu namorado. Ele cuidou de mim como ninguém. É uma pessoa estável e companheira que me amparou quando eu estava muito sensível, chorando sem parar. Ficou do meu lado em meio a ataques de pânico e momentos de ansiedade extrema. Às vezes parece que a calma e compaixão dele me curaram. Mas ao mesmo tempo, fico na dúvida se ele e eu temos as mesmas noções de amor. Ele nunca faz nada nem perto de “louco” – tipo lutar pra me ver no meio da noite depois de uma briga ou algo do gênero. Nem ciúmes ele tem. Essas coisas eram regra no meu relacionamento anterior. Eu tô errada de querer tanta paixão ou é ele que não me ama? A gente pensa em morar junto, talvez casar. Quero um filho dele, sabe? Mas às vezes fico pensando se estou sendo 100% honesta com ele e comigo. Tenho minhas curiosidades sobre mulheres ainda.. Mas eu amo ele muito pra “testar”, pra “tirar isso a limpo”. Não quero trair, magoar ele de qualquer maneira e nem terminar. Tem solução?

– Com emoção

Cara com emoção.

Acho que tem duas coisas acontecendo ao mesmo tempo com você – que não se excluem. Acredito que, por causa dessa sua experiência traumática e abusiva, você procure padrões igualmente traumáticos nos seus relacionamentos. Namorar alguém estável e que não tem ciúmes é uma bênção – que você não está sabendo valorizar. Claro que grandes gestos de amor fazem bem para o ego, mas muitas vezes a impulsividade vem acompanhada de insegurança e ansiedade – e não são indicativo de amor. Pelo que você conta, o seu namorado parece ser um cara muito legal mesmo. Dito isso, você não precisa ficar com ele só porque ele é legal. Você precisa ficar com alguém que você realmente goste. Isso não quer dizer que você nunca vai ter dúvidas ou sentir atração por outras pessoas – tudo isso é completamente normal e acabam acontecendo em relações duradouras. Mas, se você não tem certeza de que ele é o cara, não more com ele agora (e tire da cabeça essa ideia de ter filhos!). Pare um pouquinho e pense um pouquinho. Descubra se o problema está nele (não é a pessoa certa para você) ou se está em você (você precisa de mais de emoção para se sentir bem). Se você decidir que não tem futuro com o seu namorado, nao use o ciúme ou o drama como critério para escolher o seu próximo relacionamento – seja homem ou mulher.



Namoro uma garota há 5 anos. Desde o início ela sempre foi grudenta e eu sempre disse a ela que este não era o tipo de relação que eu queria. Nosso namoro parece um casamento desde que começou. Ela sempre foi minha melhor amiga e sempre tivemos uma relação de amizade muito forte, principalmente da minha parte. Como ela sempre foi ligada aos pais, excessivamente às vezes (23 anos e os pais ainda a levam aos lugares, mesmo que ela ainda tenha carta e a mãe manda mensagens de 15 em 15min ou menos), eu fui perdendo o interesse. Há uns 3 anos a gente nem transa mais. Somos cada vez mais amigas, ao meu ver. Ela não enxerga assim. Já disse a ela diversas vezes que não estou feliz e ela ainda assim insiste no relacionamento dizendo que vai melhorar e que vamos ficar bem. Eu já perdi a paciência e não sei mais o que fazer, se devo ou não terminar. O que me aconselha a fazer?

– Indecisa

Cara indecisa.

Não vejo muitos motivos por que vocês ainda deveriam estar juntas. Você diz que perdeu o interesse nela, que vocês não fazem sexo, e que ela não está muito empenhada em mudar as coisas. (Fora essa questão com os pais dela. Muito estranho isso. Qual é?) Claro que é importante ser amiga da pessoa amada – mas não é tudo. Termine o namoro e procure alguém que deixe você mais feliz.

Fonte: http://super.abril.com.br/blog/se-conselho-fosse-bom/meu-namorado-nao-tem-ciumes-ou-faz-loucuras-ele-nao-me-ama/

Top 10 coisas imaturas que as mulheres fazem nos relacionamentos

Top 10 coisas imaturas que as mulheres fazem nos relacionamentos

As duas partes são necessárias para um relacionamento dar certo. Às vezes, porém, uma pessoa não está cooperando, se não há muito esforço ou se o comportamento simplesmente é fora do esperado. E assim como as mulheres têm seus momentos bons e os negativos, os homens também.
Nesta seleção estão em destaque as 10 coisas imaturas que as mulheres fazem nos relacionamentos. Imaturidade no relacionamento, este é o assunto. Há determinadas ações que os homens simplesmente não toleram, e afinal, eles têm razão.

Postado em 25 de janeiro de 2017 por Josélia Maria

10° Ela exibe o relacionamento nas mídias sociais


Houve evidência que quanto mais alguém mostra o próprio relacionamento na mídia social, mais provável que está procurando aprovação dos outros, o que significa apenas uma coisa, que está insegura sobre o relacionamento. Normalmente são as mulheres que procuram aprovação dos outros, especialmente quando se trata do relacionamento delas.

9°Ela não desgruda do celular dela

Isto vem do fato de que as mulheres são criaturas sociais, e ironicamente, elas desejam estar em seus celulares buscando qual é a última tendência do momento ou para olhar o que as amigas estão fazendo.
No final, é inegavelmente rude para a outra pessoa, já que a tentativa é passar um tempo agradável juntos, após ela ter talvez simplesmente reclamado que ele não reserva tempo para os 2 estarem na companhia um do outro. Isto é um sinal de hipocrisia que pode ser bastante irritante.

8°Ela exige muito


É importante manter um equilíbrio em relação a alguém obter o que deseja, sem que seja perdido o respeito um pelo outro. Por ela ser muito exigente, o homem é colocado em uma posição difícil, onde ele sente como que tudo dependendo dele. Às vezes, ele não pode oferecer o que ela deseja e isso pode se apresentar pesado sobre seu ego.

7°Ela age de forma egoísta


Uma situação de exemplo, quando a mulher leva tempo demais para ficar pronta para um passeio com seu namorado. Sim, é bom saber que ela quer estar linda para seu parceiro, mas as mulheres tendem a se empolgar e acreditar que ele sempre estará ali esperando ela, não importa o que a mesma faça.
Além disso, um relacionamento é entre 2 pessoas, não apenas com uma pessoa onde a outra é forçada. Ser egoísta, no geral, é péssimo em um relacionamento.

6°Ela não desgruda dele


Os homens acham muito ruim quando tudo que ela deseja é estar com ele o tempo todo. Se ele passa a querer sair apenas com seus amigos, isso parece fora, como se ele não mais a amasse e ela está distante sendo miserável.
Isto é desagradável ao homem, ver sua mulher chateada porque ela não está com ele. É definitivamente importante ser plena individualmente para que a própria felicidade não dependa do outro.

5°Ela o compara com outros


Possivelmente a pior coisa que ela pode fazer é o comparar com seu ex ou outro homem. Ninguém deseja ser comparado, especialmente se é para indicar algum erro. Os homens são orgulhosos e a maioria carrega isso como prioridade.

4°Ela fofoca


Os homens raramente fofocam. Isso é com as mulheres. Então a última coisa que eles desejam conversar com suas namoradas é sobre outras pessoas de maneira pejorativa. A conversa toda por trás simplesmente prejudicará a imagem dela, e não das pessoas de que ela fofoca.
Não somente isso será ruim para a imagem dela, mas isso fará o homem pensar que não pode confiar na parceira. Ele pensará que ela fala mal sobre ele, também.

3°Ela é muito tradicional


Há um grande debate sobre quem é responsável pelo que em um relacionamento. Se ela se empolga demais com as regras do encontro, ele ficará bastante irritado e simplesmente assumirá que ela não tem noção de direção sobre si. Além disso, ele sentirá que o relacionamento inteiro depende ele.

2°Ela tenta mudá-lo


Este é um fator que as mulheres provavelmente nunca aprenderão. Há sempre uma missão de mudar o homem, seja mudança pequena como sobre a forma de ele se vestir, ou mudança grande, sobre os valores dele.
Seja qual for necessidade de mudança, isso não é necessário e não acontecerá. O homem gosta da idéia que ele é amado pelo o que realmente é e não pelo que ele potencialmente poderia ser.

1°Ela reclama


Provavelmente o fator número 1 que os homens podem dispensar é a reclamação dela e o drama excessivo. Os homens não gostam de tensão, drama, de briga, confrontação.
Naturalmente eles não são anjos e as mulheres podem ficar fartas também, com o comportamento negativo masculino. No entanto, isso não significa que ela precisa explodir em lágrimas ou agir como o Hulk para confrontá-lo sobre algo que ele fez errado. Ao crescer, amadurecer, deveria ser mais fácil conversar como adultos, sem ter uma terrível briga.

Fonte: http://joseliamaria.com/top-10-coisas-imaturas-que-as-mulheres-fazem-nos-relacionamentos/



“Quatro Vidas de um Cachorro” traz história de reencarnação do animal - estréia hoje!

“Quatro Vidas de um Cachorro” traz história de reencarnação do animal

Filme envolvido em polêmica por supostos maus-tratos aos cães nas filmagens estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 26/01

25 de Janeiro de 2017


Em meio à polêmica, o filme “Quatro Vidas de um Cachorro” estreia nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, 26 de janeiro. O longa, do diretor Lasse Hallström, está sendo acusado de maus-tratos aos animais no set de filmagens após a divulgação de um vídeo onde mostra um cachorro da raça pastor alemão sendo supostamente forçado a entrar em um tanque de água.

Sob a visão de um cão, “Quatro Vidas de um Cachorro” acompanha as quatro vidas de Bailey e sua busca pela razão de continuar voltando à Terra quando seu tempo nela acaba.

Bailey é um cachorro muito esperto e vive em busca de um propósito para sua vida, e também para os seres humanos que ama. Ele morre e reencarna várias vezes, mas mantém o sonho de reencontrar o seu primeiro dono, que foi o seu maior amigo. Depois de vir ao mundo diversas vezes, ele se pergunta se algum dia encontrará sua verdadeira missão na terra.

“Quatro Vidas de um Cachorro” é baseado no best-seller homônimo de W. Bruce Cameron.

Trailer:

Fonte: http://www.campinas.com.br/cinema/2017/01/quatro-vidas-de-um-cachorro-traz-historia-de-reencarnacao-do-animal


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Dor de amor é outro amor que se cura? 7 erros ao começar um novo relacionamento

Dor de amor é outro amor que se cura? 7 erros ao começar um novo relacionamento

Na ânsia de curar a sua dor de amor, cuidado, você pode provocar mais dor em si mesma e em outra pessoa.

R7-21/1/2017 às 10h05

Dor de amor é outro amor que se cura? 7 erros ao começar um novo relacionamentoSite de Beleza e Moda - Mulher


Evite esses sete erros ao começar um novo relacionamento, cure a dor de amor e esteja pronta para ser e fazer alguém feliz.

O início de um relacionamento é sempre tudo lindo. Toda hora um abraço, um beijo, palavras fofinhas, tudo é novidade, vontade de ficar junto toda hora, sem brigas e sem discussões.

Para que um relacionamento dê certo, é preciso evitar alguns erros muito comuns.

Entender o que você deve fazer, fará uma grande diferença, tanto para curar a dor de amor quanto para valorizar a nova conquista.

1. Começar um relacionamento sem sair do anterior

Claro que ninguém planeja que esse tipo de coisa aconteça, mas mesmo que você tenha acabado de terminar um relacionamento, e já engate outro, é preciso curar a dor de amor antes (se houver alguma).

Desprenda-se do antigo relacionamento antes de começar outro, ou pelo menos antes dele ficar sério, só assim a outra pessoa terá 100% de confiança em você.

Agora se o assunto for traição, no caso de você começar a ficar com outra pessoa antes de terminar com a primeira, é preciso muito mais para ter 100% de confiança no novo amor.

2. Contar mentiras


Por menor que ela seja, ou por mais inofensiva, uma mentira será sempre uma mentira. E se lá no futuro a verdade não se revelar, essa pequena mentira pode te assombrar.

O fato da necessidade de mentir pode abalar a sua estabilidade no namoro. Inventar algo para evitar conflitos ou impressionar, pode causar muita dor de cabeça.

3. Esconder o passado

Sempre haverá coisas em nosso passado de que não nos orgulhamos, mas esconder isso pode causar muitos problemas.

Por exemplo, se você já se relacionou, ou ficou com algum amigo dele e decide não contar isso, pode ser que a outra pessoa conte, ou ele fique sabendo de outra forma, e será muito pior.

A melhor coisa é contar tudo e o que passou, passou.


4. Tentar mudar o parceiro

Se existe algo que você não suporta em seu companheiro, tome cuidado. Muitas pessoas acreditam que essas coisas mudam com o tempo, e que nem precisam se preocupar.

Mas a verdade é que preciso lidar com os defeitos do parceiro, no caso se você não consegue lidar com isso, talvez seja à hora de repensar o relacionamento, e não tentar mudar o outro.

Se estiver disposto a querer que o outro mude, esteja disposto mudar também.

5. Ciúmes exagerado


Grande parte dos relacionamentos começa com excesso de ciúmes e descontrole. Isso é comum devido à dor de amor de namoros passados. E se você pensa que com o tempo melhora está redondamente enganada.

O ciúme descontrolado não é nada saudável e não faz bem a nenhum tipo de relacionamento. Se o seu já começou assim é possível que o futuro seja improvável ou bem conturbado. Desapegue.

6. Brigar por coisas bobas


Durante o começo da relação, existem muitos motivos para brigas, algumas até por mero capricho.

Os casais costumam se deixar levar pelo momento, tem aquela briga e 5 minutinhos depois já estão fazendo as pazes.

Porém quando as brigas bobas se tornam muito freqüentes, talvez ele tenha começado com o pé esquerdo e é preciso ter mais paciência e ser mais tolerante.

7. Evitar DRs

Ninguém gosta, mas é quase sempre que as coisas chatas são adiadas, com os assuntos sérios não é diferente.

Inevitavelmente esse é um péssimo hábito.

Se você tem dor de amor ou não, a DR é uma coisa importante de se ter no relacionamento, e por isso algumas coisas precisam ser resolvidas e discutidas para isso.

Se você tem o hábito de evitar DR só vai piorando a situação.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Relacionamento: regras simples para não perder seu grande amor

Relacionamento: regras simples para não perder seu grande amor

Espiritualista especializado em reconciliação de casais dá dicas de como evitar problemas na vida a dois

Todo relacionamento tem os seus altos e baixos, mas, se o amor é verdadeiro, a fase difícil será passageira. Para evitar corações partidos sem necessidade, o espiritualista Mariah Carmelo, fundadora do Santuário do amor (www.santuariodoamor.com) , dá conselhos para não deixar o seu grande amor ir embora. Confira:

17 JAN2017-17h56

Foto: DINO

1 - Conquiste todos os dias

Muitas vezes, as pessoas se acostumam com a presença do outro e esquecem que a conquista deve ser diária. Evite entrar no modo de reclamação automática e descontar as suas frustrações no parceiro ou parceira. "Em namoros ou casamentos longos é comum o fogo inicial passar, mas isso não é desculpa para deixar de dizer 'eu te amo' com frequência ou de trocar beijos apaixonados. Temos que valorizar nosso amor todos os dias, mostrar para ele ou para ela o quanto é importante em nossa vida", aconselha a espiritualista.

Quando as dicas não são o bastante e a relação desmorona, vale procurar um aconselhamento amoroso mais completo, como o oferecido no Santuário do amor. Com 20 anos de experiência, a espiritualista Mariah ajuda na reconciliação de casais. "Em uma consulta vamos entender a vida da pessoa, se ainda há sentimento, a possibilidade de ficarem juntos novamente e se será bom para o futuro de ambos. Em caso positivo, veremos qual a melhor forma de fazer isso. Seja por meio de conselhos, passes, defumação, banhos ou trabalhos, depende de cada caso", explica Mariah.

2 - Respeite o outro.


O respeito é algo fundamental em qualquer relação humana; se ele acaba em um namoro ou casamento, não há como a relação se sustentar. "Aprenda a tratar o seu parceiro ou parceira como gostaria de ser tratado, não passe por cima do outro. Brigas só desgastarão o relacionamento", explica a espiritualista. Se estiver com a cabeça quente por outro motivo, respire fundo e deixe para conversar outra hora. Evite também elevar o tom sem necessidade. Lembre-se que palavras também machucam e não podem ser apagadas.


3 - Aprenda a ceder


Cada um tem seus gostos, jeitos e costumes, mas saiba até onde isso incomoda o outro. Se toma atitudes que magoam seu parceiro, deve repensá-las. "Ceder não é abrir mão de fazer o que gosta, mas entender que se você quer uma vida a dois é preciso abdicar daquilo que não faz bem ao outro", orienta Mariah. Dessa forma, a harmonia será mais fácil de ser conquistada. Pare e reflita: vale a pena brigar por isso? Busque sempre um consenso nas decisões do dia a dia.

Sobre o Espaço Santuário do amor:
Casa de apoio espiritual para quem busca equilíbrio entre corpo e mente.
Para maiores informações acesse o site: www.santuariodoamor.com



quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

13 perguntas que todo casal precisa encarar antes do casamento

13 perguntas que todo casal precisa encarar antes do casamento

Antes de dizer o “sim” definitivo, vale questionar como cada um se sente em relação a filhos, família e monogamia, entre outros temas

11/01/2017 - 12H28 - POR ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE
(FOTO: SHUTTERSTOCK)

Seja por timidez ou por falta de interesse, muitos casais não costumam incluir temas “difíceis” em suas conversas. Além de alguém para compartilhar os bons e os maus momentos, talvez ter filhos e construir uma vida juntos, muitos casais se espelham nas relações românticas que veem no cinema e nas séries de TV – com resultados catastróficos para suas finanças, de acordo com Eleanor Stanford, em reportagem para o New York Times.

“Se você não discute determinados assuntos antes do casamento, você tem que encará-los depois quando já está casado”, diz Robert Scuka, diretor-executivo do Instituto Nacional de Reforço de Relacionamentos. Em poucas palavras, é inevitável tocar em alguns assuntos constrangedores.

Para melhorar o clima da conversa, veja aqui uma lista de 13 perguntas que você pode fazer à cara metade, antes de dizer “sim” na frente dos convidados.

1. Quando há uma discussão na sua família, o que é mais comum: jogar pratos um no outro, discutir calmamente ou ignorar o assunto?

O sucesso de um relacionamento é baseado em como lidar com as diferenças, afirma Peter Pearson, fundador do Instituto dos Casais nos Estados Unidos. Como somos todos moldados pela dinâmica familiar, ao ouvir a resposta para sua pergunta, você terá a chance de entender como parceiro ou parceira deverá reagir – ou se vai ignorar os conflitos e fazer de conta que nada está acontecendo.

2. Você gostaria de ter filhos, e se tivermos, você vai trocar fraldas?

Quando se trata de filhos, é importante ser honesto e não dizer apenas o que seu pretendente espera ouvir, diz Debbie Martinez, especialista em relacionamentos e divórcios. Os casais deveriam discutir honestamente se querem ter filhos, quantos esperam ter, em que ponto da vida esperam que isso aconteça e, principalmente, como se veem como futuros pais. Que tipo de educação querem dar às crianças? Discutir métodos contraceptivos antes de planejar a gravidez é igualmente importante, diz Marty Klein, terapeuta sexual.

3. As experiências com ex-namorado(a) podem ajudar nossa vida a dois ou vão se tornar razão de brigas?

Uma pesquisa feita pela organização Projeto Nacional de Casamento da Universidade de Virginia, nos EUA, apontou que pessoas que tiveram muitos relacionamentos antes de casarem têm mais dificuldade em manter uma relação estável – com risco maior de divórcio e baixa qualidade. Segundo o estudo, quando uma pessoa teve mais relacionamentos que acabaram mal, a probabilidade de que fique comparando essas situações a seu casamento são grandes. Bradford Wilcox, que integra o projeto, acredita que tocar no assunto logo que o relacionamento se torna mais sério pode ajudar e muito. O terapeuta Marty Klein afirma que as pessoas “hesitam em falar claramente sobre seu passado” e podem demonstrar muito ciúmes ou julgar o parceiro(a). “A única maneira de ter uma boa conversa sobre relacionamentos passados é aceitar que a outra pessoa tinha uma vida antes de vocês se conhecerem”, diz.

4. Qual é a importância da religião para você?

Se as pessoas foram criadas em religiões diferentes, é importante questionar se isso afetará o relacionamento. Pode não parecer um problema no início, mas ao ter filhos, muitos casais passam a brigar sobre como as crianças serão educadas. De acordo com Wilcox, é melhor estabelecer claramente para não ter confusão depois.

5. Se eu contrair uma dívida, você vai me ajudar a pagar?

É importante saber como a outra pessoa se sente em relação às finanças pessoais e do casal. Cada um vai manter suas próprias contas ou terão uma conta conjunta? Se há uma diferença grande de renda entre as duas pessoas, uma boa ideia é criar um orçamento básico para as contas que afetam a casa (comida, gás, eletricidade, TV a cabo, internet, etc), aconselha Robert Scuka, do Instituto de Relacionamento. É bom, porém, que essa divisão seja proporcional aos ganhos de cada um, ou seja, se um deles ganha o dobro do outro, em vez de dividir pela metade, que aquele que tem renda maior pague 75% e o outro, 25%. Outros arranjos também podem ser feitos, desde que sejam discutidos a dois.

6. Até quanto você gastaria em um carro, sofá ou mesmo um par de sapatos?

Esse é o tipo de pergunta que pretende evitar discussões na linha “você pagou quanto por isso?!”. Comprar um carro é um grande indicador, segundo o advogado Frederick Hertz, especialista em divórcios. Mas vale tocar no assunto quando se perceber que a pessoa tem o hábito de pagar “acima da expectativa” em relação a determinados itens, seja um relógio, um vestido ou até viagem de férias. 

7. Você aceita que eu faça algumas coisas sem sua participação?

Muita gente prefere manter sua autonomia em certos momentos da vida a dois, segundo Seth Eisenberg, presidente da Pairs, uma organização que ensina casais a desenvolverem habilidades que melhoram o relacionamento. Há quem prefira manter encontros com amigos, hobbies ou atividades individuais – o que pode provocar brigas. Vale lembrar, ainda, que pessoas têm visões diferentes do que seja “privacidade”, diz Klein, e isso deve ser objeto de discussão. Uma dica é perguntar o quanto ele ou ela tem necessidade de ficar sozinho ou o que não gostaria de dividir, aconselha Wilcox.

8. Como é que vamos lidar com a família? E sogros e sogras?

Desde que o casal concorde nos pontos principais do relacionamento, se você gosta ou não dos sogros é uma situação que dá para levar com tranquilidade, diz Scuka. Mas se um dos dois não abre mão de um relacionamento muito próximo com os pais e não admite críticas, há um risco grande para o relacionamento. Mas lembre-se: considerar os pontos altos e aceitar as fraquezas de seus pais pode lançar luz sobre os padrões do seu próprio relacionamento.

9. Qual é o peso que o sexo tem em um relacionamento para você?

Casais esperam que a atração sexual se mantenha por todo o casamento, algo que não acontecia há algumas gerações, segundo Seth Eisenberg, da Pairs. Um relacionamento saudável deve incluir a conversa sobre o que cada um espera em relação a sexo, inclusive a frequência, diz o terapeuta Marty Klein. Para que os dois lados fiquem satisfeitos, é importante negociar esses aspectos, diz.

10. Flertar com outras pessoas é aceitável? E pornografia?

Casais que querem se entender durante mais tempo precisam ser honestos e dizer como encaram o uso de pornografia na relação, se o relacionamento vai ser monogâmico ou se há espaço para flertar com outras pessoas. É claro que durante o decorrer dos anos, os dois podem mudar de opinião em relação a várias coisas, mas é importante saber o que cada um espera. O ideal, diz o terapeuta Marty Klein, é que o relacionamento exclusivo seja tratado da mesma maneira que outros assuntos rotineiros, para que o casal possa lidar com possíveis ciúmes e mágoas. A maioria das pessoas tem muita dificuldade em falar sobre pornografia logo no início do relacionamento, mas de acordo com Peter Pearson, do Instituto dos Casais, é um dos motivos de grandes brigas na vida a dois.

11. Você conhece todas as maneiras de dizer “Eu te amo”?

No livro “As cinco linguagens do Amor” (The 5 Love Languages), Gary Chapman introduziu o conceito de que há expressões de amor que podem reforçar um casamento: afirmação, tempo qualitativo, presentes recebidos, atitudes para servir ao outro e contato físico. Já Seth Eisenberg diz que cada casal precisa encontrar maneiras de nutrir seu relacionamento que façam sentido para os dois.

12. O que você admira e o que acha mais irritante em mim?

Casais normalmente se concentram no que mais gostam no outro e deixam de lado as coisas que os irritam, diz Anne Klaeysen, da New York Society for Ethical Culture. Só que casamento é um comprometimento para a vida, e não basta que os dois “se deem bem”, que é como muitos casais descrevem seu relacionamento. Um casamento precisa ir muito além disso.

13. Como você enxerga nosso relacionamento daqui a dez anos?

Ter em mente a resposta para essa pergunta ajuda a lidar com conflitos pontuais, diz Seth Eisenberg. Afinal, a ideia do casamento é algo maior do que uma briga sobre a toalha na cama. Para Bradford Wilcox, do Projeto Nacional do Casamento, projetar esse relacionamento no futuro é uma oportunidade de falar até sobre como os dois encaram o divórcio, no caso de o casamento não dar certo, ou se esperam ficar juntos para a vida toda, na alegria e na tristeza.

Fonte: Época


Relacionamento: 10 sinais de que o seu chegou ao fim

Relacionamento: 10 sinais de que o seu chegou ao fim

Muitas vezes, eles estão na nossa frente e não percebemos; fique atenta para ponderar se vale a pena tentar salvar a relação depois de notá-los

10/01/2017 13h58 - Atualizado em 10/01/2017 13h58
Cena de "Celeste e Jesse para Sempre" (Foto: Reprodução)

Ninguém entra em um relacionamento pensando em terminá-lo, mas muitas vezes o fim é inevitável e dá pistas de que está chegando. "Em um namoro ou casamento, a sintonia é fina para o bem e para o mal. Prestando atenção aos detalhes do comportamento e à própria linguagem corporal é possível perceber se ele continua fazendo sentido, se estar ao lado daquela pessoa ainda é a melhor decisão", afirma a coach de relacionamento Miria Kutcher.

Ela e a psicóloga comportamental Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), listaram e comentaram dez sinais que podem ser um alerta de que o vínculo acabou e talvez seja a hora de cada um ir para o seu lado.

Mas atenção: talvez. Denise faz questão de destacar que não há motivo para pânico ao identificar um, dois ou mesmo oito desses sinais em sua relação. "É preciso observar a intensidade e a frequência deles. Às vezes, é uma fase ruim pela qual ele está passando que afeta um pouco o dia a dia do casal, mas passa, não significa o fim. Se for o caso, vale a pena conversar e mesmo buscar ajuda em terapia de casal", orienta.

  1. Você torce para que ele termine o relacionamento Acabar um relacionamento, seja um namoro de alguns meses ou um casamento de muitos anos, nunca é fácil. "Dificilmente alguém quer carregar esse fardo. É muito mais fácil bancar o papel de vítima do que o de responsável pelo ponto final", diz Miria. Por isso, não se sinta culpada se, ao notar primeiro que a relação chegou ao fim, você tente sabotar o convívio com ele. "É até um pouco inconsciente. A pessoa muda o comportamento, esperando uma atitude do outro", explica Denise. E não se esqueça de que a recíproca pode ser verdadeira: notou isso no parceiro? Talvez ele considere que o fim esteja próximo.
  2. Os outros homens começam a parecer mais interessantes Antes você achava as qualidades do seu parceiro imbatíveis, agora, todo mundo parece mais bacana... "No relacionamento pleno, o que outros homens fazem não desperta excessivamente a atenção da mulher. Se ela passa a notar as qualidades de homens no trabalho, na academia, na rua, e começa a achar que merece alguém mais interessante é porque algo está morrendo nessa relação", opina Miria, que acredita que essa mudança seja o maior sinal de desinteresse em manter ao seu lado quem ali está.
  3. Ele se torna mestre na arte de desaparecer Todo mundo já ouviu desculpas esfarrapadas na vida. Em um namoro, porém, elas são bem mais sérias. "O homem começa com aqueles clichês de ‘eu ia te ligar, mas fiquei preso em uma reunião', ‘eu queria que você tivesse ido ao churrasco, mas não deu tempo de avisar’. Isso não existe. Quem quer dá um jeito, arruma um tempo", garante Denise. Segundo a psicóloga, esse comportamento é um indício de que o parceiro possa estar com vontade de pular fora.
  4. O interesse e a admiração somem E dão lugar à indiferença e à falta de respeito. "A admiração mútua é um termômetro de que o casal está bem. Se acaba de um dos lados, é porque a temperatura entre os dois baixou", pondera Denise. Ela esclarece que os sinais estão em críticas excessivas – "Nada que o outro faz está bom" – e na falta de interesse nos projetos do outro, seja um plano de assistir a uma peça de teatro ou de fazer uma viagem bacana. Miria ressalta que, nesse sentido, entrar no "modo tanto faz" também é um sinal negativo: "Se nada no outro me move ou mesmo me incomoda, é sinônimo de indiferença. É o fim do amor".
  5. Um esconde do outro os contatos com o mundo exterior Para atender uma ligação no celular, ele – ou você – prefere se afastar e falar baixo, para não ser escutado/a; os perfis nas redes sociais tornam-se minimalistas, sem muitas fotos ou postagens pessoais ou sobre vocês dois... E isso de repente, sem uma razão plausível. "Quando uma das partes decide ser ‘misteriosa’ com a outra, o relacionamento já não é mais prioridade. Se fosse, isso tudo continuaria sendo compartilhado normalmente", afirma Denise.
  6. Pensar nele passa a ser mais incômodo que prazeroso Quando o relacionamento é saudável, a mera lembrança de que o outro existe é acompanhada de um sorriso no rosto. Pequenas mancadas do dia a dia são superadas. Mas tudo muda quando começa o fim, de acordo com Miria. "Ele surge no pensamento da mulher porque algo deu errado, não saiu como ela queria, e aquilo a deixa brava pelo resto do dia. Se antes ela pensava nele para armar um jantar romântico, agora ela fica com ele na cabeça para não esquecer de brigar mais tarde", exemplifica a coach de relacionamento.
  7. Um dos dois não quer mais sexo – ou mesmo mãos dadas Se não houver um problema ou mudança grande na vida de um dos dois – algo relacionado à família ou ao trabalho –, a falta de interesse sexual é um alarme estridente de que o relacionamento ruma para o fim. "Qualquer desculpa passa a ser motivo para não ter sexo: um relatório, um compromisso no dia seguinte bem cedo, dor no corpo depois da academia... Só que é tudo desinteresse no outro mesmo", diz Denise. Miria vai um pouco além e destaca que, em muitos casos, até carinhos não-sexuais são rejeitados: "A proximidade física é evitada ao máximo. Nem um abraço ou mãos dadas fazem falta".
  8. Atividades a dois ficaram em um passado distante Em um jantar, passeio no parque ou festa do trabalho, sempre há alguém a mais com vocês. Pode ser um parente ou um casal de amigos, o fato é que estarem os dois, e apenas os dois, nunca mais acontece. "Quando um não quer mais ficar só com o outro, é porque algo entre os dois já morreu. A companhia do parceiro deveria ser suficiente para um programa de casal", defende Denise. Miria atribui essa necessidade de gente de fora a um vazio que se forma entre o casal no fim da relação. "Um não preenche mais o outro a ponto de proporcionar ‘quality time’, então outras pessoas são recrutadas para, quem sabe, preencher essa lacuna", explica.
  9. A sintonia desapareceu Lembra quando você pensava em uma lasanha e ele a convidava para ir a uma cantina? Ou quando ele queria assistir a um filme e você comprava os ingressos sem saber disso? Pois é, quando o relacionamento começa a acabar, essa afinação some. Miria acredita que isso se dê porque "o parceiro reflete muito do que o outro é naquele momento bom, é criada uma conexão energética. Se um deles muda de sintonia, desafina a ligação". Se estiver nesse ponto, não se assuste se você pensar na lasanha e ele te convidar para ir à churrascaria.
  10. Ele se tornou agressivo Não importa se a agressão é verbal (uma briga porque você quer ir ao teatro e ele acha os ingressos muito caros, por exemplo) ou física (empurrar, dar tapas, socos – bater mesmo): quando ela se manifesta, acabou o relacionamento. "Para chegar a esse ponto de falta de respeito, é porque não há mais consideração. E sem consideração não dá para se manter em uma relação de casal", resume Denise.
Fonte: Grandefm